A – Modelo – Página de Obras

Artistas Tour Virtual Feiras A Galeria Consultoria [Múltiplos MM] Abraham Palatnik – W-h80. Acrílica sobre madeira, 108×165, 2018. Código: 20568 Registre Interesse Rua Peixoto Gomide, 1757, Jardim Paulista, São Paulo. Segunda a sexta: 10h–19hSábado: 10h–16h Facebook Instagram Youtube Telefone/whatsapp +55 (11) 3064-9492 +55 (11) 94105-8449 E-mail: galeria@espacoarte.com
Alfredo Volpi – Casinha de Sapê. Óleo sobre tela sobre madeira, 19×26 cm

Casinha de Sapê. Óleo sobre tela sobre madeira, 19×26 cm Código: 13332 Registre Interesse Sobre o artista Nasceu em 14 de abril de 1896, em Lucca, na Itália e faleceu em 28 de maio de 1988, em São Paulo (SP). Autodidata, Alfredo Volpi começou a pintar em 1911, executando murais decorativos. Em seguida, trabalhou com óleo sobre madeira, consagrando-se como mestre utilizador de têmpera sobre tela. Grande colorista explorou através das formas, composições magníficas, de grande impacto visual. Em conjunto com Arcângelo Ianelli e Aldir Mendes de Sousa formou uma tríade de exímios coloristas. Trabalhou também como pintor decorador em residências da sociedade paulista da época, executando trabalho de decoração artística em paredes e murais. Realizou a primeira exposição individual aos 41 anos de idade, expondo no Salão de Maio e na 1ª. Exposição da Família Artística Paulista, no ano de 1937. Na década de 1950 evoluiu para o abstracionismo geométrico, de quem é exemplo, a série de bandeiras e mastros de festas juninas. Recebeu em 1953 o prêmio de melhor pintor nacional na segunda Bienal de São Paulo. Participou da primeira Exposição de Arte Concreta do Grupo Santa Helena. Na década de 80, convidado pela diretoria do Clube Atlético Mineiro para conhecer a equipe, desenhou um Galo, mascote do clube, em homenagem à torcida. Em gratidão este desenho tornou-se símbolo oficial e foi batizado pelo clube de “Galo Volpi”. Volpi somente pintava com a luz do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía esticar o linho para as telas. Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol, o artista nunca mais usou tintas industriais – “elas criam mofo e perdem vida com o passar do tempo”, dizia. Outras obras do artista Alfredo Volpi – Casinha de Sapê. Óleo sobre tela sobre madeira, 19×26 cm Alfredo Volpi – Paisagem do Cambuci. Óleo sobre cartão sobre placa, 10×16 cm, década de 1930 Alfredo Volpi – Parque de diversões (Estudo para execução de painel). Polverino sobre papel, 62×78 cm, década de 1940 Alfredo Volpi – Paisagem de Mogi. Óleo sobre madeira, 21×32 cm
Alfredo Volpi – Paisagem de Mogi. Óleo sobre madeira, 21×32 cm

Paisagem de Mogi. Óleo sobre madeira, 21×32 cm Código: 13333 Registre Interesse Sobre o artista Nasceu em 14 de abril de 1896, em Lucca, na Itália e faleceu em 28 de maio de 1988, em São Paulo (SP). Autodidata, Alfredo Volpi começou a pintar em 1911, executando murais decorativos. Em seguida, trabalhou com óleo sobre madeira, consagrando-se como mestre utilizador de têmpera sobre tela. Grande colorista explorou através das formas, composições magníficas, de grande impacto visual. Em conjunto com Arcângelo Ianelli e Aldir Mendes de Sousa formou uma tríade de exímios coloristas. Trabalhou também como pintor decorador em residências da sociedade paulista da época, executando trabalho de decoração artística em paredes e murais. Realizou a primeira exposição individual aos 41 anos de idade, expondo no Salão de Maio e na 1ª. Exposição da Família Artística Paulista, no ano de 1937. Na década de 1950 evoluiu para o abstracionismo geométrico, de quem é exemplo, a série de bandeiras e mastros de festas juninas. Recebeu em 1953 o prêmio de melhor pintor nacional na segunda Bienal de São Paulo. Participou da primeira Exposição de Arte Concreta do Grupo Santa Helena. Na década de 80, convidado pela diretoria do Clube Atlético Mineiro para conhecer a equipe, desenhou um Galo, mascote do clube, em homenagem à torcida. Em gratidão este desenho tornou-se símbolo oficial e foi batizado pelo clube de “Galo Volpi”. Volpi somente pintava com a luz do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía esticar o linho para as telas. Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol, o artista nunca mais usou tintas industriais – “elas criam mofo e perdem vida com o passar do tempo”, dizia. Outras obras do artista Alfredo Volpi – Paisagem de Mogi. Óleo sobre madeira, 21×32 cm Alfredo Volpi – Parque de diversões (Estudo para execução de painel). Polverino sobre papel, 62×78 cm, década de 1940 Alfredo Volpi – Casinha de Sapê. Óleo sobre tela sobre madeira, 19×26 cm Alfredo Volpi – Paisagem do Cambuci. Óleo sobre cartão sobre placa, 10×16 cm, década de 1930
Alfredo Volpi – Paisagem do Cambuci. Óleo sobre cartão sobre placa, 10×16 cm, década de 1930

Paisagem do Cambuci. Óleo sobre cartão sobre placa, 10×16 cm, década de 1930 Código: 12558 Registre Interesse Sobre o artista Nasceu em 14 de abril de 1896, em Lucca, na Itália e faleceu em 28 de maio de 1988, em São Paulo (SP). Autodidata, Alfredo Volpi começou a pintar em 1911, executando murais decorativos. Em seguida, trabalhou com óleo sobre madeira, consagrando-se como mestre utilizador de têmpera sobre tela. Grande colorista explorou através das formas, composições magníficas, de grande impacto visual. Em conjunto com Arcângelo Ianelli e Aldir Mendes de Sousa formou uma tríade de exímios coloristas. Trabalhou também como pintor decorador em residências da sociedade paulista da época, executando trabalho de decoração artística em paredes e murais. Realizou a primeira exposição individual aos 41 anos de idade, expondo no Salão de Maio e na 1ª. Exposição da Família Artística Paulista, no ano de 1937. Na década de 1950 evoluiu para o abstracionismo geométrico, de quem é exemplo, a série de bandeiras e mastros de festas juninas. Recebeu em 1953 o prêmio de melhor pintor nacional na segunda Bienal de São Paulo. Participou da primeira Exposição de Arte Concreta do Grupo Santa Helena. Na década de 80, convidado pela diretoria do Clube Atlético Mineiro para conhecer a equipe, desenhou um Galo, mascote do clube, em homenagem à torcida. Em gratidão este desenho tornou-se símbolo oficial e foi batizado pelo clube de “Galo Volpi”. Volpi somente pintava com a luz do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía esticar o linho para as telas. Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol, o artista nunca mais usou tintas industriais – “elas criam mofo e perdem vida com o passar do tempo”, dizia. Outras obras do artista Alfredo Volpi – Paisagem do Cambuci. Óleo sobre cartão sobre placa, 10×16 cm, década de 1930 Alfredo Volpi – Parque de diversões (Estudo para execução de painel). Polverino sobre papel, 62×78 cm, década de 1940 Alfredo Volpi – Casinha de Sapê. Óleo sobre tela sobre madeira, 19×26 cm Alfredo Volpi – Paisagem de Mogi. Óleo sobre madeira, 21×32 cm
Alfredo Volpi – Parque de diversões (Estudo para execução de painel). Polverino sobre papel, 62×78 cm, década de 1940

Parque de diversões (Estudo para execução de painel). Polverino sobre papel, 62×78 cm, década de 1940 Código: 16004 Registre Interesse Sobre o artista Nasceu em 14 de abril de 1896, em Lucca, na Itália e faleceu em 28 de maio de 1988, em São Paulo (SP). Autodidata, Alfredo Volpi começou a pintar em 1911, executando murais decorativos. Em seguida, trabalhou com óleo sobre madeira, consagrando-se como mestre utilizador de têmpera sobre tela. Grande colorista explorou através das formas, composições magníficas, de grande impacto visual. Em conjunto com Arcângelo Ianelli e Aldir Mendes de Sousa formou uma tríade de exímios coloristas. Trabalhou também como pintor decorador em residências da sociedade paulista da época, executando trabalho de decoração artística em paredes e murais. Realizou a primeira exposição individual aos 41 anos de idade, expondo no Salão de Maio e na 1ª. Exposição da Família Artística Paulista, no ano de 1937. Na década de 1950 evoluiu para o abstracionismo geométrico, de quem é exemplo, a série de bandeiras e mastros de festas juninas. Recebeu em 1953 o prêmio de melhor pintor nacional na segunda Bienal de São Paulo. Participou da primeira Exposição de Arte Concreta do Grupo Santa Helena. Na década de 80, convidado pela diretoria do Clube Atlético Mineiro para conhecer a equipe, desenhou um Galo, mascote do clube, em homenagem à torcida. Em gratidão este desenho tornou-se símbolo oficial e foi batizado pelo clube de “Galo Volpi”. Volpi somente pintava com a luz do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía esticar o linho para as telas. Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol, o artista nunca mais usou tintas industriais – “elas criam mofo e perdem vida com o passar do tempo”, dizia. Outras obras do artista Alfredo Volpi – Paisagem do Cambuci. Óleo sobre cartão sobre placa, 10×16 cm, década de 1930 Alfredo Volpi – Parque de diversões (Estudo para execução de painel). Polverino sobre papel, 62×78 cm, década de 1940 Alfredo Volpi – Casinha de Sapê. Óleo sobre tela sobre madeira, 19×26 cm Alfredo Volpi – Paisagem de Mogi. Óleo sobre madeira, 21×32 cm
Casario. Óleo sobre madeira, 30×40 cm, 1973

Casario. Óleo sobre madeira, 30×40 cm, 1973 Código: 19177 Registre Interesse Aldo Bonadei (1906–1974) foi um dos protagonistas do modernismo paulista. Formado no Liceu de Artes e Ofícios e na Accademia di Belle Arti de Florença, integrou o Grupo Santa Helena ao lado de Volpi e Rebolo, mas destoava por sua formação erudita e espírito experimental. Na década de 1950, Bonadei viveu uma fase marcante de renovação formal. Foi nesse período que ele se aproximou da abstração lírica, sem romper totalmente com o figurativo. As obras revelam paisagens mentais, construídas com campos de cor, ritmo interno e forte senso musical — reflexos do seu interesse pela teoria da Gestalt e pela música erudita. Também nesse momento ele passa a incorporar bordados e texturas, ampliando as possibilidades do suporte pictórico. Paralelamente à produção plástica, atuou como cenógrafo e figurinista em peças teatrais de destaque, como Vestido de Noiva, além de fundar, em 1950, a Oficina de Arte (O.D.A.), espaço de vanguarda na formação de novos artistas. Bonadei equilibrou lirismo, rigor construtivo e experimentação ao longo da carreira, sendo considerado um dos primeiros artistas brasileiros a flertar com a abstração de maneira autêntica. Sua obra segue reverberando como referência sensível e intelectual no cenário da arte moderna brasileira. Outras obras do artista Marinha. Óleo sobre tela, 60×77 cm, 1956 Casario. Óleo sobre tela, 60×83 cm, 1968 Paisagem – Óleo sobre tela sobre placa, 13×19 cm, 1923 Casario. Óleo sobre madeira, 30×40 cm, 1973 Copos de Leite – Matriz original de xilogravura pintada por Emanoel Araujo. Óleo sobre madeira, 44×37 cm
Casario. Óleo sobre tela, 60×83 cm, 1968

Casario. Óleo sobre tela, 60×83 cm, 1968 Código: 18693 Registre Interesse Aldo Bonadei (1906–1974) foi um dos protagonistas do modernismo paulista. Formado no Liceu de Artes e Ofícios e na Accademia di Belle Arti de Florença, integrou o Grupo Santa Helena ao lado de Volpi e Rebolo, mas destoava por sua formação erudita e espírito experimental. Na década de 1950, Bonadei viveu uma fase marcante de renovação formal. Foi nesse período que ele se aproximou da abstração lírica, sem romper totalmente com o figurativo. As obras revelam paisagens mentais, construídas com campos de cor, ritmo interno e forte senso musical — reflexos do seu interesse pela teoria da Gestalt e pela música erudita. Também nesse momento ele passa a incorporar bordados e texturas, ampliando as possibilidades do suporte pictórico. Paralelamente à produção plástica, atuou como cenógrafo e figurinista em peças teatrais de destaque, como Vestido de Noiva, além de fundar, em 1950, a Oficina de Arte (O.D.A.), espaço de vanguarda na formação de novos artistas. Bonadei equilibrou lirismo, rigor construtivo e experimentação ao longo da carreira, sendo considerado um dos primeiros artistas brasileiros a flertar com a abstração de maneira autêntica. Sua obra segue reverberando como referência sensível e intelectual no cenário da arte moderna brasileira. Outras obras do artista Casario. Óleo sobre tela, 60×83 cm, 1968 Marinha. Óleo sobre tela, 60×77 cm, 1956 Copos de Leite – Matriz original de xilogravura pintada por Emanoel Araujo. Óleo sobre madeira, 44×37 cm Paisagem – Óleo sobre tela sobre placa, 13×19 cm, 1923 Casario. Óleo sobre madeira, 30×40 cm, 1973
Copos de Leite – Matriz original de xilogravura pintada por Emanoel Araujo. Óleo sobre madeira, 44×37 cm

Copos de Leite – Matriz original de xilogravura pintada por Emanoel Araujo. Óleo sobre madeira, 44×37 cm Código: 18527 Registre Interesse Aldo Bonadei (1906–1974) foi um dos protagonistas do modernismo paulista. Formado no Liceu de Artes e Ofícios e na Accademia di Belle Arti de Florença, integrou o Grupo Santa Helena ao lado de Volpi e Rebolo, mas destoava por sua formação erudita e espírito experimental. Na década de 1950, Bonadei viveu uma fase marcante de renovação formal. Foi nesse período que ele se aproximou da abstração lírica, sem romper totalmente com o figurativo. As obras revelam paisagens mentais, construídas com campos de cor, ritmo interno e forte senso musical — reflexos do seu interesse pela teoria da Gestalt e pela música erudita. Também nesse momento ele passa a incorporar bordados e texturas, ampliando as possibilidades do suporte pictórico. Paralelamente à produção plástica, atuou como cenógrafo e figurinista em peças teatrais de destaque, como Vestido de Noiva, além de fundar, em 1950, a Oficina de Arte (O.D.A.), espaço de vanguarda na formação de novos artistas. Bonadei equilibrou lirismo, rigor construtivo e experimentação ao longo da carreira, sendo considerado um dos primeiros artistas brasileiros a flertar com a abstração de maneira autêntica. Sua obra segue reverberando como referência sensível e intelectual no cenário da arte moderna brasileira. Outras obras do artista Paisagem – Óleo sobre tela sobre placa, 13×19 cm, 1923 Marinha. Óleo sobre tela, 60×77 cm, 1956 Copos de Leite – Matriz original de xilogravura pintada por Emanoel Araujo. Óleo sobre madeira, 44×37 cm Casario. Óleo sobre madeira, 30×40 cm, 1973 Casario. Óleo sobre tela, 60×83 cm, 1968
Paisagem – Óleo sobre tela sobre placa, 13×19 cm, 1923

Aldo Bonadei – Paisagem – Óleo sobre tela sobre placa, 13×19 cm, 1923 Código: 13645 Registre Interesse Aldo Bonadei (1906–1974) foi um dos protagonistas do modernismo paulista. Formado no Liceu de Artes e Ofícios e na Accademia di Belle Arti de Florença, integrou o Grupo Santa Helena ao lado de Volpi e Rebolo, mas destoava por sua formação erudita e espírito experimental. Na década de 1950, Bonadei viveu uma fase marcante de renovação formal. Foi nesse período que ele se aproximou da abstração lírica, sem romper totalmente com o figurativo. As obras revelam paisagens mentais, construídas com campos de cor, ritmo interno e forte senso musical — reflexos do seu interesse pela teoria da Gestalt e pela música erudita. Também nesse momento ele passa a incorporar bordados e texturas, ampliando as possibilidades do suporte pictórico. Paralelamente à produção plástica, atuou como cenógrafo e figurinista em peças teatrais de destaque, como Vestido de Noiva, além de fundar, em 1950, a Oficina de Arte (O.D.A.), espaço de vanguarda na formação de novos artistas. Bonadei equilibrou lirismo, rigor construtivo e experimentação ao longo da carreira, sendo considerado um dos primeiros artistas brasileiros a flertar com a abstração de maneira autêntica. Sua obra segue reverberando como referência sensível e intelectual no cenário da arte moderna brasileira. Outras obras do artista Copos de Leite – Matriz original de xilogravura pintada por Emanoel Araujo. Óleo sobre madeira, 44×37 cm Paisagem – Óleo sobre tela sobre placa, 13×19 cm, 1923 Casario. Óleo sobre madeira, 30×40 cm, 1973 Marinha. Óleo sobre tela, 60×77 cm, 1956 Casario. Óleo sobre tela, 60×83 cm, 1968
Marinha. Óleo sobre tela, 60×77 cm, 1956

Marinha. Óleo sobre tela, 60×77 cm, 1956 Código: 19426 Registre Interesse Aldo Bonadei (1906–1974) foi um dos protagonistas do modernismo paulista. Formado no Liceu de Artes e Ofícios e na Accademia di Belle Arti de Florença, integrou o Grupo Santa Helena ao lado de Volpi e Rebolo, mas destoava por sua formação erudita e espírito experimental. Na década de 1950, Bonadei viveu uma fase marcante de renovação formal. Foi nesse período que ele se aproximou da abstração lírica, sem romper totalmente com o figurativo. As obras revelam paisagens mentais, construídas com campos de cor, ritmo interno e forte senso musical — reflexos do seu interesse pela teoria da Gestalt e pela música erudita. Também nesse momento ele passa a incorporar bordados e texturas, ampliando as possibilidades do suporte pictórico. Paralelamente à produção plástica, atuou como cenógrafo e figurinista em peças teatrais de destaque, como Vestido de Noiva, além de fundar, em 1950, a Oficina de Arte (O.D.A.), espaço de vanguarda na formação de novos artistas. Bonadei equilibrou lirismo, rigor construtivo e experimentação ao longo da carreira, sendo considerado um dos primeiros artistas brasileiros a flertar com a abstração de maneira autêntica. Sua obra segue reverberando como referência sensível e intelectual no cenário da arte moderna brasileira. Outras obras do artista Marinha. Óleo sobre tela, 60×77 cm, 1956 Casario. Óleo sobre madeira, 30×40 cm, 1973 Copos de Leite – Matriz original de xilogravura pintada por Emanoel Araujo. Óleo sobre madeira, 44×37 cm Casario. Óleo sobre tela, 60×83 cm, 1968 Paisagem – Óleo sobre tela sobre placa, 13×19 cm, 1923
