Carlos Cruz-Diez – Physichromie 7/8. Técnica mista, 50×50 cm, 2016

Carlos Cruz-Diez – Physichromie 7/8. Técnica mista, 50×50 cm, 2016 Código: 17064 Registre Interesse Os estudos vívidos de Carlos Cruz-Diez sobre cor, luz, padrão e percepção o tornaram um expoente da arte cinética e Op art. O artista se inspirou nas técnicas pontilhistas de Georges Seurat e nas teorias das cores de Josef Albers para criar linhas e composições em grade em tons de néon que parecem se mover e vibrar. Ao longo de sua carreira, Cruz-Diez produziu gravuras, pinturas e instalações, ampliando seus métodos para obras em grande escala e experiências imersivas. Ele estudou arte em Caracas, trabalhou em jornalismo e publicidade, e se mudou para Paris em 1960. Em 1965, Cruz-Diez foi incluído na exposição marcante do Museum of Modern Art, “The Responsive Eye”, que se concentrou na Op art. Ele expôs em Nova York, Paris e Caracas, entre outras cidades, e suas obras fazem parte das coleções da Tate, do Centre Pompidou, do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, do Museum of Modern Art e do Museum of Fine Arts, Houston. Outras obras do artista Carlos Cruz-Diez – Sem título 27/50. Serigrafia, 55×75 cm, 1990. Cruz-Diez – A six elements 14-75. Transchromie, 54×16 cm, 2010 Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Martes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Viernes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Miércoles 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Physichromie 7/8. Módulos serigrafados e inserções de PVC em moldura de alumínio Carregar mais
Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Martes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013

Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Martes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013. Código: 20013 Registre Interesse Assinado no verso pelo artista. Série Semana Carlos Cruz-Diez foi um artista venezuelano de origem argentina que nasceu em Caracas em 1923 e faleceu em Paris em 2019. Ele é considerado um dos mais importantes representantes da arte cinética e op art. Sua obra, é caracterizada pelo uso de cores e formas geométricas para criar ilusões óticas de movimento e mudança visual. Ele desenvolveu uma série de técnicas e materiais para explorar a interação entre a cor e o espaço, incluindo a pintura, a escultura, a instalação e o design gráfico. Entre as suas obras mais famosas estão as “Fisicromias”, que são painéis divididos em seções de diferentes cores que mudam de acordo com a posição do espectador, e as “Cromointerferências”, que são instalações que criam efeitos visuais de movimento e luz através do uso de fitas coloridas. Cruz-Diez recebeu vários prêmios e honrarias ao longo da sua carreira, incluindo a Ordem Nacional do Mérito da França, a Medalha de Ouro da Bienal de São Paulo e o Prêmio Nacional de Artes Plásticas da Venezuela. Suas obras estão presentes em importantes coleções e museus em todo o mundo, incluindo o Museu de Arte Moderna de Nova York e o Centro Pompidou em Paris. Técnica de Litografia: A técnica de litografia é feita a partir de desenhos feitos com lápis gordurosos em uma matriz de pedra de calcário. A impressão consiste no princípio da repulsão da água e óleo. Após a matriz ser entintada, passa por uma prensa para fixar a imagem no papel. Quando terminadas as impressões, a pedra pode ser reaproveitada após tratamento de limpeza para um próximo trabalho. Informações Adicionais do Produto Orientação: Quadrado Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Martes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Physichromie 7/8. Módulos serigrafados e inserções de PVC em moldura de alumínio Carlos Cruz-Diez – Sem título 27/50. Serigrafia, 55×75 cm, 1990. Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Viernes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Physichromie 2782 5/8. Técnica mista, 50×50 cm, 2019 Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Miércoles 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013
Carlos Cruz-Diez – Sem título 27/50. Serigrafia, 55×75 cm, 1990.

Carlos Cruz-Diez – Sem título 27/50. Serigrafia, 55×75 cm, 1990. Código: 20014 Registre Interesse Assinado no verso pelo artista. Série Semana Carlos Cruz-Diez foi um artista venezuelano de origem argentina que nasceu em Caracas em 1923 e faleceu em Paris em 2019. Ele é considerado um dos mais importantes representantes da arte cinética e op art. Sua obra, é caracterizada pelo uso de cores e formas geométricas para criar ilusões óticas de movimento e mudança visual. Ele desenvolveu uma série de técnicas e materiais para explorar a interação entre a cor e o espaço, incluindo a pintura, a escultura, a instalação e o design gráfico. Entre as suas obras mais famosas estão as “Fisicromias”, que são painéis divididos em seções de diferentes cores que mudam de acordo com a posição do espectador, e as “Cromointerferências”, que são instalações que criam efeitos visuais de movimento e luz através do uso de fitas coloridas. Cruz-Diez recebeu vários prêmios e honrarias ao longo da sua carreira, incluindo a Ordem Nacional do Mérito da França, a Medalha de Ouro da Bienal de São Paulo e o Prêmio Nacional de Artes Plásticas da Venezuela. Suas obras estão presentes em importantes coleções e museus em todo o mundo, incluindo o Museu de Arte Moderna de Nova York e o Centro Pompidou em Paris. Serigrafia (silk-screen) é um processo de impressão (gravura planográfica) em uma superfície, no qual a tinta é vazada, pela pressão de um rodo ou espátula, através de uma tela preparada para transferir para o papel. Informações Adicionais do Produto Orientação: Horizontal Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Carlos Cruz-Diez – Physichromie 7/8. Módulos serigrafados e inserções de PVC em moldura de alumínio Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Miércoles 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Viernes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Physichromie 2782 5/8. Técnica mista, 50×50 cm, 2019 Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Martes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Sem título 27/50. Serigrafia, 55×75 cm, 1990.
Cândido Portinari – Abstrato. Grafite sobre papel, 28×57 cm, 1961

Cândido Portinari – Abstrato. Grafite sobre papel, 28×57 cm, 1961 Código: 19175 Registre Interesse Cândido Portinari foi um dos mais importantes pintores brasileiros do século XX. Nascido em 1903, em Brodowski, São Paulo, ele é conhecido por sua obra que retrata cenas da vida cotidiana no Brasil, especialmente a vida dos trabalhadores e os desafios sociais do país. Portinari combinou influências europeias, como o expressionismo e o modernismo, com temas nacionais, criando obras que abordam questões sociais, culturais e políticas. Entre suas obras mais famosas estão os painéis “Guerra e Paz”, que ele pintou para a sede da ONU em Nova York. Seu estilo é marcado por um uso expressivo de cores e formas, muitas vezes destacando o sofrimento humano e as desigualdades sociais. Portinari morreu em 1962, em decorrência de complicações de saúde causadas pela exposição prolongada aos materiais tóxicos de suas tintas. Técnica da Obra: O desenho com grafite é uma técnica fundamental nas artes visuais, caracterizada pelo uso de lápis de grafite para criar imagens em superfícies como papel. É uma das formas mais acessíveis e versáteis de desenhar, permitindo tanto esboços rápidos quanto obras altamente detalhadas. Outras obras do artista Cândido Portinari – Abstrato. Grafite sobre papel, 28×57 cm, 1961 Cândido Portinari – Rosto de Menina. Lápis de cor sobre papel, 23×19 cm, 1955 Cândido Portinari – Abstrato. Grafite sobre papel, 32×61 cm, 1961
Cândido Portinari – Abstrato. Grafite sobre papel, 32×61 cm, 1961

Cândido Portinari – Abstrato. Grafite sobre papel, 32×61 cm, 1961 Código: 19174 Registre Interesse Cândido Portinari foi um dos mais importantes pintores brasileiros do século XX. Nascido em 1903, em Brodowski, São Paulo, ele é conhecido por sua obra que retrata cenas da vida cotidiana no Brasil, especialmente a vida dos trabalhadores e os desafios sociais do país. Portinari combinou influências europeias, como o expressionismo e o modernismo, com temas nacionais, criando obras que abordam questões sociais, culturais e políticas. Entre suas obras mais famosas estão os painéis “Guerra e Paz”, que ele pintou para a sede da ONU em Nova York. Seu estilo é marcado por um uso expressivo de cores e formas, muitas vezes destacando o sofrimento humano e as desigualdades sociais. Portinari morreu em 1962, em decorrência de complicações de saúde causadas pela exposição prolongada aos materiais tóxicos de suas tintas. Técnica da Obra: O desenho com grafite é uma técnica fundamental nas artes visuais, caracterizada pelo uso de lápis de grafite para criar imagens em superfícies como papel. É uma das formas mais acessíveis e versáteis de desenhar, permitindo tanto esboços rápidos quanto obras altamente detalhadas. Outras obras do artista Cândido Portinari – Abstrato. Grafite sobre papel, 32×61 cm, 1961 Cândido Portinari – Abstrato. Grafite sobre papel, 28×57 cm, 1961 Cândido Portinari – Rosto de Menina. Lápis de cor sobre papel, 23×19 cm, 1955
Cândido Portinari – Rosto de Menina. Lápis de cor sobre papel, 23×19 cm, 1955

Cândido Portinari – Rosto de Menina. Lápis de cor sobre papel, 23×19 cm, 1955 Código: 18260 Registre Interesse Cândido Portinari foi um dos mais importantes pintores brasileiros do século XX. Nascido em 1903, em Brodowski, São Paulo, ele é conhecido por sua obra que retrata cenas da vida cotidiana no Brasil, especialmente a vida dos trabalhadores e os desafios sociais do país. Portinari combinou influências europeias, como o expressionismo e o modernismo, com temas nacionais, criando obras que abordam questões sociais, culturais e políticas. Entre suas obras mais famosas estão os painéis “Guerra e Paz”, que ele pintou para a sede da ONU em Nova York. Seu estilo é marcado por um uso expressivo de cores e formas, muitas vezes destacando o sofrimento humano e as desigualdades sociais. Portinari morreu em 1962, em decorrência de complicações de saúde causadas pela exposição prolongada aos materiais tóxicos de suas tintas. Composição da Obra: Composição nos tons branco, verde e vermelho. Linhas de contorno e traços rápidos. Cabeça de menina contra fundo liso. O desenho está um pouco acima do centro do suporte. A menina está de frente, tem rosto quadrado, cabelos representados por traços rápidos com sugestão de franja e apenas a orelha esquerda é aparente. As sobrancelhas são tracejadas em ziguezague, olhos redondos afastados um do outro, nariz e boca apenas indicados – o nariz por linha curva e dois pontos e a boca por pequena linha horizontal. Toques em vermelho nos olhos, bochechas, boca e pescoço. A obra está reproduzida no projeto Portinari FCO 2078. Informações Adicionais do Produto Estilo: Figurativo Outras obras do artista Cândido Portinari – Abstrato. Grafite sobre papel, 28×57 cm, 1961 Cândido Portinari – Abstrato. Grafite sobre papel, 32×61 cm, 1961 Cândido Portinari – Rosto de Menina. Lápis de cor sobre papel, 23×19 cm, 1955
Arthur Luiz Piza – Sem título. Recorte e colagem, 23×16 cm

Arthur Luiz Piza – Sem título. Recorte e colagem, 23×16 cm Código: 17181 Registre Interesse Assinada no canto inferior direito. Arthur Luiz Piza foi um artista plástico brasileiro nascido em São Paulo em 1928 e falecido em 2017. Ele é conhecido por suas obras abstratas e geométricas, que exploram as possibilidades expressivas do metal. Piza desenvolveu técnicas exclusivas de gravação em placa de metal. Dominou e transcendeu as técnicas tradicionais de água-forte, talho doce, água-tinta e ponta seca, passando a gravar as placa com martelos e cinzéis de diferentes formatos, formando algo próximo a uma escultura. Ele experimentava com a textura, o contraste de claro e escuro e os efeitos de luz e sombra para criar composições visualmente dinâmicas. O resultado é uma obra rica em textura e imagens que flutuam sobre o plano de fundo.Seu trabalho consta nos acervos dos principais museus do mundo, como o Museu de Arte Moderna – MoMA e o Museu Guggenheim, em Nova York, a Biblioteca Nacional da França e o Museu Georges Pompidou, em Paris. No Brasil, seus trabalhos estão no Museu de Arte Contemporânea e no Museu de Arte Moderna, ambos em São Paulo. Em 2002, a recebeu uma importante retrospectiva na Pinacoteca do Estado. Técnica da Gravura em metal: Para a matriz da gravura em metal é comum usar uma chapa de cobre. Existem diversas técnicas para realizar a arte, sendo as mais usadas a ponta seca, onde com o buril risca-se a chapa formando a imagem, e a de emulsão de ácidos que corroem a chapa para formar a arte. Depois do tratamento a matriz é entintada e passada por uma prensa para fazer a impressão. Outras obras do artista Arthur Luiz Piza – Cosmos jaune 81/99. Gravura em metal, 105×75 cm, 1972 Arthur Luiz Piza – Esmeraude E.E. Gravura em metal, 65×50 cm, 1974 Arthur Luiz Piza – Sem título. Recorte e colagem, 23×16 cm Arthur Luiz Piza – Bleu dans le jaune E.A. Gravura em metal, 56×38 cm, 1976 Arthur Luiz Piza – Trame (T118). Elementos recortados em zinco e acrílica sobre tramas de aço galvanizado, 26x44x24 cm Arthur Luiz Piza – Dunes x/99. Gravura em metal, 74×107 cm, 1984 Carregar mais
Arthur Luiz Piza – Trame (T118). Elementos recortados em zinco e acrílica sobre tramas de aço galvanizado, 26x44x24 cm

Artistas Tour Virtual Feiras A Galeria Consultoria [Múltiplos MM] Arthur Luiz Piza – Trame (T118). Elementos recortados em zinco e acrílica sobre tramas de aço galvanizado Código: 15160 Registre Interesse Arthur Luiz Piza foi um artista plástico brasileiro nascido em São Paulo em 1928 e falecido em 2017. Ele é conhecido por suas obras abstratas e geométricas, que exploram as possibilidades expressivas do metal. Piza desenvolveu técnicas exclusivas de gravação em placa de metal. Dominou e transcendeu as técnicas tradicionais de água-forte, talho doce, água-tinta e ponta seca, passando a gravar as placa com martelos e cinzéis de diferentes formatos, formando algo próximo a uma escultura. Ele experimentava com a textura, o contraste de claro e escuro e os efeitos de luz e sombra para criar composições visualmente dinâmicas. O resultado é uma obra rica em textura e imagens que flutuam sobre o plano de fundo.Seu trabalho consta nos acervos dos principais museus do mundo, como o Museu de Arte Moderna – MoMA e o Museu Guggenheim, em Nova York, a Biblioteca Nacional da França e o Museu Georges Pompidou, em Paris. No Brasil, seus trabalhos estão no Museu de Arte Contemporânea e no Museu de Arte Moderna, ambos em São Paulo. Em 2002, a recebeu uma importante retrospectiva na Pinacoteca do Estado. Outras obras do artista Arthur Luiz Piza – Cosmos jaune 81/99. Gravura em metal, 105×75 cm, 1972 Arthur Luiz Piza – Octobre E.A. Gravura em metal, 75×105 cm, 1973 Arthur Luiz Piza – Esmeraude E.E. Gravura em metal, 65×50 cm, 1974 Arthur Luiz Piza – Dunes x/99. Gravura em metal, 74×107 cm, 1984 Arthur Luiz Piza – Trame (T118). Elementos recortados em zinco e acrílica sobre tramas de aço galvanizado, 26x44x24 cm Arthur Luiz Piza – Sem título. Recorte e colagem, 23×16 cm Rua Peixoto Gomide, 1757, Jardim Paulista, São Paulo. Segunda a sexta: 10h–19hSábado: 10h–16h Facebook Instagram Youtube Telefone/whatsapp +55 (11) 3064-9492 +55 (11) 94105-8449 E-mail: galeria@espacoarte.com
Arthur Luiz Piza – Esmeraude E.E. Gravura em metal, 65×50 cm, 1974

Artistas Tour Virtual Feiras A Galeria Consultoria [Múltiplos MM] Arthur Luiz Piza – Esmeraude E.E. Gravura em metal, 65×50 cm, 1974 Código: 20024 Registre Interesse Assinada no canto inferior direito a lápis pelo artista. Reproduzido no Catalogue général de l’oeuvre gravé par K. Masrour – 1953-1980 – obra 188. Arthur Luiz Piza foi um artista plástico brasileiro nascido em São Paulo em 1928 e falecido em 2017. Ele é conhecido por suas obras abstratas e geométricas, que exploram as possibilidades expressivas do metal. Piza desenvolveu técnicas exclusivas de gravação em placa de metal. Dominou e transcendeu as técnicas tradicionais de água-forte, talho doce, água-tinta e ponta seca, passando a gravar as placa com martelos e cinzéis de diferentes formatos, formando algo próximo a uma escultura. Ele experimentava com a textura, o contraste de claro e escuro e os efeitos de luz e sombra para criar composições visualmente dinâmicas. O resultado é uma obra rica em textura e imagens que flutuam sobre o plano de fundo.Seu trabalho consta nos acervos dos principais museus do mundo, como o Museu de Arte Moderna – MoMA e o Museu Guggenheim, em Nova York, a Biblioteca Nacional da França e o Museu Georges Pompidou, em Paris. No Brasil, seus trabalhos estão no Museu de Arte Contemporânea e no Museu de Arte Moderna, ambos em São Paulo. Em 2002, a recebeu uma importante retrospectiva na Pinacoteca do Estado. Técnica da Gravura em metal: Para a matriz da gravura em metal é comum usar uma chapa de cobre. Existem diversas técnicas para realizar a arte, sendo as mais usadas a ponta seca, onde com o buril risca-se a chapa formando a imagem, e a de emulsão de ácidos que corroem a chapa para formar a arte. Depois do tratamento a matriz é entintada e passada por uma prensa para fazer a impressão. Informações Adicionais do Produto Orientação: Vertical Estilo: Contemporâneo Outras obras do artista Arthur Luiz Piza – Esmeraude E.E. Gravura em metal, 65×50 cm, 1974 Rua Peixoto Gomide, 1757, Jardim Paulista, São Paulo. Segunda a sexta: 10h–19hSábado: 10h–16h Facebook Instagram Youtube Telefone/whatsapp +55 (11) 3064-9492 +55 (11) 94105-8449 E-mail: galeria@espacoarte.com
Arthur Luiz Piza – Bleu dans le jaune E.A. Gravura em metal, 56×38 cm, 1976

Artistas Exposições Tour Virtual A Galeria Consultoria Múltiplos MM Arthur Luiz Piza – Bleu dans le jaune E.A. Gravura em metal, 56×38 cm, 1976 Código: 20026 Registre Interesse Assinada no canto inferior direito a lápis pelo artista. Reproduzido no Catalogue général de l’oeuvre gravé par K. Masrour – 1953-1980 – obra 199. Arthur Luiz Piza foi um artista plástico brasileiro nascido em São Paulo em 1928 e falecido em 2017. Ele é conhecido por suas obras abstratas e geométricas, que exploram as possibilidades expressivas do metal. Piza desenvolveu técnicas exclusivas de gravação em placa de metal. Dominou e transcendeu as técnicas tradicionais de água-forte, talho doce, água-tinta e ponta seca, passando a gravar as placa com martelos e cinzéis de diferentes formatos, formando algo próximo a uma escultura. Ele experimentava com a textura, o contraste de claro e escuro e os efeitos de luz e sombra para criar composições visualmente dinâmicas. O resultado é uma obra rica em textura e imagens que flutuam sobre o plano de fundo.Seu trabalho consta nos acervos dos principais museus do mundo, como o Museu de Arte Moderna – MoMA e o Museu Guggenheim, em Nova York, a Biblioteca Nacional da França e o Museu Georges Pompidou, em Paris. No Brasil, seus trabalhos estão no Museu de Arte Contemporânea e no Museu de Arte Moderna, ambos em São Paulo. Em 2002, a recebeu uma importante retrospectiva na Pinacoteca do Estado. Técnica da Gravura em metal: Para a matriz da gravura em metal é comum usar uma chapa de cobre. Existem diversas técnicas para realizar a arte, sendo as mais usadas a ponta seca, onde com o buril risca-se a chapa formando a imagem, e a de emulsão de ácidos que corroem a chapa para formar a arte. Depois do tratamento a matriz é entintada e passada por uma prensa para fazer a impressão. Informações Adicionais do Produto Orientação: Vertical Estilo: Contemporâneo Outras obras do artista Arthur Luiz Piza – Reflets – Bleu dans le vert – 80-99 – Gravura em metal 55×76 cm – 1984 Arthur Luiz Piza – Jacaré 18-99. Gravura em metal, 78×59 cm Arthur Luiz Piza – Catastrophe organisé- 24-50. Gravura em metal, 76×56 cm Arthur Luiz Piza – Bleu dans le jaune E.A. Gravura em metal, 56×38 cm, 1976 Arthur Luiz Piza – Dunes x/99. Gravura em metal, 74×107 cm, 1984 Arthur Luiz Piza – Espace retrouvé – 45-99. Gravura em metal, 55×76 cm, 1998 Carregar mais Rua Peixoto Gomide, 1757, Jardim Paulista, São Paulo. Segunda a sexta: 10h–19hSábado: 10h–16h Facebook Instagram Youtube Telefone/whatsapp +55 (11) 3064-9492 +55 (11) 94105-8449 E-mail: galeria@espacoarte.com
