Julio Le Parc – Sem título 4 63/92. Pochoir, 65×50 cm

Julio Le Parc – Sem título 4 63/92. Pochoir, 65×50 cm Código: 17110 Registre Interesse Obra Assinada no canto inferior direito pelo artista. Julio Le Parc é um artista argentino conhecido por suas obras abstratas e geométricas em uma variedade de mídias, incluindo gravuras. Suas gravuras são caracterizadas pela precisão e complexidade de seus padrões e formas, bem como pela sensação de movimento e dinamismo que elas transmitem. Le Parc é um dos fundadores do movimento Op Art, que se concentra em criar ilusões ópticas por meio de formas geométricas e cores. Ele é conhecido por sua habilidade em criar composições que parecem mudar e se mover conforme o espectador se move ao redor delas, criando uma sensação de ilusão de ótica. As gravuras de Le Parc apresentam uma variedade de padrões geométricos, incluindo linhas retas, curvas e formas abstratas. Ele usa uma variedade de técnicas de gravura, incluindo a serigrafia e a litografia, para criar efeitos visuais únicos em suas composições. Além disso, Le Parc frequentemente usa cores vibrantes em suas gravuras, criando contrastes marcantes e jogos de luz e sombra que ajudam a acentuar a sensação de movimento e profundidade em suas obras. No geral, as gravuras de Julio Le Parc são altamente valorizadas no mercado de arte e podem ser encontradas em coleções de importantes museus e galerias de todo o mundo. Sua habilidade em criar padrões geométricos complexos e ilusões ópticas em suas obras faz com que suas gravuras sejam altamente apreciadas pelos amantes da arte contemporânea.   Técnica Pochoir: A técnica de gravura Pochoir é uma técnica manual de impressão em que as áreas a serem impressas são recortadas em um estêncil de papel ou plástico. O estêncil é então colocado em cima do papel de impressão e a tinta é aplicada cuidadosamente sobre ele usando um pincel ou um rolo. O Pochoir é conhecido por produzir impressões altamente detalhadas e coloridas com uma qualidade quase fotográfica. Ele foi muito usado em ilustrações de livros, capas de revistas e cartazes de propaganda durante o final do século XIX e início do século XX. A técnica de Pochoir é originária da França, onde foi desenvolvida pela primeira vez no final do século XIX como uma alternativa à litografia em larga escala. Ela foi muito utilizada pelos artistas do movimento Art Deco, que valorizavam a estética elegante e sofisticada produzida pelo Pochoir. O Pochoir é uma técnica que exige muito trabalho manual e precisão, pois cada cor deve ser aplicada individualmente com o estêncil correspondente. Isso significa que a produção em massa de Pochoirs é difícil e que cada impressão Pochoir é única e valiosa. Hoje em dia, a técnica de Pochoir é menos comum na produção de arte impressa, mas ainda é utilizada por alguns artistas que buscam uma estética altamente detalhada e colorida em suas obras. Informações Adicionais do Produto Orientação: Vertical Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Julio Le Parc – Sem título 108/150. Serigrafia, 65×65 cm Julio Le Parc – Sem título 4 63/92. Pochoir, 65×50 cm

Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre tela, 50×50 cm, 2015

Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre tela, 50×50 cm, 2015 Código: 15538 Registre Interesse Outras obras do artista Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre tela, 100×100 cm, 1980 Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre tela, 73×61 cm, 1985 Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre tela colada em madeira, 73×81 cm, 1983/2004 Kazuo Wakabayashi – Pião. Técnica mista sobre tela, 50×50 cm, 2015 Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre tela, 55×65 cm, 1979 Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre placa, 16×21 cm Carregar mais

Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre tela, 81×81 cm, 1974

Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre tela, 81×81 cm, 1974 Código: 13523 Registre Interesse Outras obras do artista Kazuo Wakabayashi – Sem titulo. Óleo sobre placa, 24×27 cm, 1964 Kazuo Wakabayashi – Pássaros. Técnica mista sobre tela, 46×53 cm, 1976 Kazuo Wakabayashi – Pião. Técnica mista sobre tela, 50×50 cm, 2015 Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre placa, 25×25 cm Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre tela colada em madeira, 73×81 cm, 1983/2004 Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre tela, 81×81 cm, 1974 Carregar mais

Lucas Pennacchi – Flores. Óleo sobre tela, 70×90 cm, 2024.

Lucas Pennacchi – Flores. Óleo sobre tela, 70×90 cm, 2024. Código: 20460 Registre Interesse Assinado canto inferior direito.Um dos principais méritos do artista plástico Lucas Pennacchi é a inquietação. Seja com tinta acrílica, areia, nanquim ou outros materiais, ele consegue transformar a sua experimentação técnica em resultados dos mais diversos, que vão desde o desenho e a aquarela a trabalhos com tinta a óleo, com várias diluições. Sua estrutura visual provém, em parte, da infância passada junto aos murais pintados na sua casa pelo pai, o artista Fulvio Pennacchi, e ao convívio com ele, principalmente a partir de 1985, quando decidiu dedicar-se à arte profissionalmente. No início, com paisagens singelas, obtinha os melhores resultados, quando deixava a imaginação o levar livremente a partir de referenciais concretos. Mostrava assim que seu ofício era o de criar, estabelecendo um padrão singular, lírico e quase ingênuo, no sentido de deixar fluir a intuição, amparando-a pela conquista do domínio técnico. Em 1993, as séries de pássaros e peixes ganharam espaço e mostravam um trabalho em que a cor ganhava um progressivo espaço. Esses animais se tornaram autênticos personagens de uma saga repleta de alegria visual, embora alguns deles pareçam, às vezes, introspectivos e mesmo tristes. Nascido sob o signo de Peixes e amante da pescaria, Lucas mergulhou no mundo desses seres com facilidade. E discorre sobre eles com desenvoltura, construindo diferentes composições, nas quais muitas vezes predominam certos padrões geométricos e repetições que surgem como recursos plásticos para explorar o espaço. Os pássaros, por sua vez, têm personalidade própria. Cada um constitui um paradigma de emoções e sentimentos, que vão dos mais positivos e alegres aos mais reservados. Bicos longos, pequenos adereços e o diálogo entre as cores são essenciais nesse processo de construção, em que o lúdico desempenha um papel primordial. Humor, lirismo e poesia se mesclam num processo criativo que envolve observação do real e imaginação. O resultado é um estilo próprio em progressiva mutação rumo a uma limpeza plástica. O uso maior dos espaços vazios, do suporte e experiências com preto e branco são provas de que Lucas Pennacchi não quer estagnar, mesclando as cores de seus pássaros e peixes e a delicadeza de suas paisagens.” Oscar D’Ambrosio, jornalista e mestre em Artes Visuais pelo Instituto deArtes da UNESP, integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA-Seção Brasil). Outras obras do artista Lucas Pennacchi – Bicos carnavalescos. Óleo sobre tela, 40×70 cm, 2023 Lucas Pennacchi – Beijo natureza. Óleo sobre tela, 100×70 cm, 2022. Lucas Pennacchi – Flores. Óleo sobre tela, 70×90 cm, 2024. Lucas Pennacchi – Luz. Óleo sobre tela, 80×80 cm, 2021. Lucas Pennacchi – Peixe em meditação. Óleo sobre tela, 70×100 cm, 2021.

Luis Tomasello – Lumiere noire 10/60. Madeira, 40×40 cm, 2011

Luis Tomasello – Lumiere noire 10/60. Madeira, 40×40 cm, 2011 Código: 15163 Registre Interesse Obra Assinada no verso pelo artista. Luis Tomasello foi um pintor e escultor argentino nascido em La Plata em 1915 e falecido em Paris em 2014. Ele é considerado um dos artistas mais importantes da arte óptica e cinética na América Latina. Embora tenha se destacado principalmente como um pintor e escultor que trabalhava com materiais como metal, acrílico e luz, Tomasello também criou várias obras em madeira. Ele usava a madeira para criar formas geométricas simples que exploravam a relação entre luz e sombra. Uma das obras mais conhecidas de Tomasello em madeira é a série “Atmosphères Chromoplastiques”, que consiste em painéis de madeira com formas geométricas cortadas a laser e pintadas com cores vibrantes. Essas obras foram criadas na década de 1970 e são consideradas exemplos impressionantes do uso da luz e cor na arte. Informações Adicionais do Produto Orientação: Quadrado Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Luis Tomasello – Atmosphere chromoplastique 1025 3/40. Madeira, 39×39 cm, 2013 Luis Tomasello – Lumiere noire 10/60. Madeira, 40×40 cm, 2011

Mario Gruber – 3 Figuras. Têmpera acrílica sobre tela sobre madeira, 100×150 cm, 2002

Mario Gruber – 3 Figuras. Têmpera acrílica sobre tela sobre madeira, 100×150 cm, 2002 Código: 15646 Registre Interesse Outras obras do artista Mario Gruber – Fantasiado com bonecos 2/7. Bronze patinado, 46x14x15 cm, 2006 – Copy Mario Gruber – Fantasiado com cartola 4/7. Bronze patinado, 46×16 cm, 2005 Mario Gruber – Fantasiado Com Penacho 3/7. Bronze patinado, 44x25x22 cm, 2006 Mario Gruber – Fantasiado 2/7. Bronze patinado, 53x35x18 cm- Copy Mario Gruber – Série Fantasiado 3/7. Bronze patinado, 45x26x13 cm Mario Gruber – Bloco da galinha 2/7. Bronze patinado, 40x26x12 cm, 2006 Carregar mais

Mario Gruber – Fantasiados. Têmpera acrílica sobre tela, 40×60 cm, 2005

Mario Gruber – Fantasiados. Têmpera acrílica sobre tela, 40×60 cm, 2005 Código: 4813 Registre Interesse Solicite mais informações sobre o estado de conservação dessa obra.As obras estão disponíveis para serem vistas na Galeria.Consulte custos e prazos de frete com nossa equipe. Outras obras do artista Mario Gruber – Fantasiado com cartola 4/7. Bronze patinado, 46×16 cm, 2005 Mario Gruber – Fantasiado 3/7. Bronze Patinado, 53x17x12 cm Mario Gruber – Fantasiado 3/7. Bronze patinado, 42x22x15 cm Mario Gruber – Série Fantasiado 3/7. Bronze patinado, 45x26x13 cm Mario Gruber – Série Areia Branca. Têmpera acrílica sobre tela, 60×60 cm, 2006 Mario Gruber – Bloco da galinha 2/7. Bronze patinado, 40x26x12 cm, 2006 Carregar mais

Marli Takeda – A permanência na impermanência. Técnica mista sobre tela, 150×65 cm, 2019.

Marli Takeda – A permanência na impermanência. Técnica mista sobre tela, 150×65 cm, 2019. Código: 20491 Registre Interesse As obras são comercializadas no estado de conservação em que se encontram. Orientamos que entre em contato pelo WhatsApp ou visite a Galeria para mais informações. Assinada no verso. Artista visual e produtora cultural de exposições e instalações do projeto de arte pública colaborativo por ela desenvolvido utilizando adesivos de reaproveitamento. Realizou diversas exposições individuais e coletivas no Brasil, Portugal, EUA (Miami e Fort Lauderdale). Dando relevo para a individual no Porto, na Galeria Ap’Arte e no Mosteiro de São Bento em São Paulo. Tem obra pública em São Paulo, destacando-se a instalação na Sala de Música do Mosteiro de São Bento, na Diretoria do Colégio Pioneiro, na Unesp, e no Japão em Tóquio na ICC School. Nasceu em Presidente Prudente, vive e tem o seu atelier onde trabalha em São Paulo. Formada pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Representada em Portugal pela AP’ARTE Galeria de Arte Contemporânea, e no Brasil pela Galeria Espaço Arte M. Mizrahi, São Paulo. Possui diversos cursos de extensão universitária na Escola de Comunicação e Artes – USP. Premiada em alguns concursos, o mais recente em São Paulo no ano de 2018, participou de duas edições da Bienal Internacional de Arte Gaia em Portugal. O seu trabalho encontra-se representado no Museu Caves de Santa Marta, Mosteiro de São Bento de São Paulo, Pinacoteca de São Bernardo do Campo, Centro Histórico e Cultural Mackenzie, Unesp e coleções privadas, no Brasil e no exterior. Outras obras do artista Marli Takeda – Humaniade XXXIII. Técnica mista sobre tela, 150×142 cm, 2018. Marli Takeda – Mtk 9d. Acrílica sobre tela, 25×25 cm, 2017. Marli Takeda – Escrita escondida. Técnica mista sobre tela, 128×97 cm, 2024. Marli Takeda – A permanência na impermanência. Técnica mista sobre tela, 150×65 cm, 2019. Marli Takeda – Mtk 9d. Acrílica sobre tela, 25×25 cm, 2017.

Nelson Leirner – Sem título. Serigrafia, 55×80 cm, 1990/1999

Nelson Leirner – Sem título. Serigrafia, 55×80 cm, 1990/1999 Código: 17770 Registre Interesse Obra Assinada no canto inferior direito pelo artista. Nelson Leirner foi um artista plástico brasileiro que explorou diversas técnicas e suportes ao longo de sua carreira, incluindo a gravura. Suas gravuras se caracterizam por uma abordagem crítica e irônica em relação à arte e à cultura de massa. Leirner utilizava principalmente a técnica da serigrafia, que consiste em transferir uma imagem para o papel por meio de uma tela. Ele trabalhava com imagens de objetos e símbolos do cotidiano, como embalagens de alimentos, brinquedos e produtos de higiene pessoal, que eram reproduzidos em grande escala e com cores vibrantes. As gravuras de Nelson Leirner questionam a hierarquia entre arte e vida, utilizando elementos banais e kitsch para criar uma reflexão sobre os valores e as convenções da sociedade contemporânea. Ele explorava o universo da publicidade e da propaganda, criando imagens que desafiam a lógica do consumo e do mercado da arte. O estilo kitsch geralmente se caracteriza pela excessiva ornamentação, pelo uso de cores vibrantes e contrastantes, pela imitação de estilos históricos ou de outras culturas, pelo sentimentalismo e pelo apelo emocional. Algumas obras de arte são consideradas kitsch por serem excessivamente decorativas ou sentimentais, enquanto outras são criadas com a intenção de explorar e ironizar as características do estilo. O termo “kitsch” é frequentemente utilizado de forma pejorativa, como uma crítica à superficialidade e à falta de originalidade de algumas produções artísticas. No entanto, também pode ser visto como uma expressão legítima da cultura popular, e algumas obras de arte consideradas kitsch são valorizadas por seu valor histórico e estético.   Técnica de Serigrafia: Serigrafia (silk-screen) é um processo de impressão (gravura planográfica) em uma superfície, no qual a tinta é vazada, pela pressão de um rodo ou espátula, através de uma tela preparada para transferir para o papel.   Informações Adicionais do Produto Orientação: Horizontal Estilo: Figurativo Estilo: Contemporâneo   Outras obras do artista Nelson Leirner – Sem título. Serigrafia, 55×80 cm, 1990/1999