Rodrigo Franzão – O despertar da cor I. Técnica mista sobre tela, 62×92 cm, 2024.

Rodrigo Franzão – O despertar da cor I. Técnica mista sobre tela, 62×92 cm, 2024. Código: 20543 Registre Interesse Assinada no verso. A arte de Franzão apresenta camadas dinâmicas de papel dobrado e texturas que evocam uma sensação de movimento, oferecendo aos espectadores uma experiência tátil e imersiva. Com sede em Nova Orleans, ele expôs internacionalmente em locais de prestígio, incluindo a Bienal Internacional de Arte Têxtil e Papel (Bélgica, 2024) e a Bienal Internacional de Arte Têxtil – Fibremen 5 (Ucrânia, 2015). Ele também é presença regular em grandes feiras de arte, como Art Miami (2024), Expo New York (2024) e Art Palm Beach (2025), e participou de leilões proeminentes dedicados a causas nobres, consolidando ainda mais seu papel como um artista socialmente consciente, como ART FOR LIFE para a Design Industries Foundation Fighting AIDS em Chicago (2024) e VCPORA para Salvaguardar o Patrimônio do French Quarter em Nova Orleans (2023). Rodrigo Franzão (n. 1982) é um artista contemporâneo brasileiro conhecido por sua exploração inovadora da arte têxtil e de mídia mista. Com formação em Literatura, Artes e História da Arte, a prática de Franzao examina intrincadamente a relação entre forma, textura e cor, enfatizando a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental. Seu trabalho incorpora materiais ecológicos, como papel alemão certificado pelo FSC e tintas acrílicas, destacando seu compromisso com práticas artísticas éticas. Outras obras do artista Rodrigo Franzão – O despertar da cor I. Técnica mista sobre tela, 62×92 cm, 2024. Rodrigo Franzão – Geometria da alma. Técnica mista sobre tela, 100 cm, 2024.
Rodrigo Franzão – O despertar da cor II. Técnica mista sobre tela, 62×92 cm, 2024.

Rodrigo Franzão – O despertar da cor II. Técnica mista sobre tela, 62×92 cm, 2024. Código: 20544 Registre Interesse Assinada no verso. A arte de Franzão apresenta camadas dinâmicas de papel dobrado e texturas que evocam uma sensação de movimento, oferecendo aos espectadores uma experiência tátil e imersiva. Com sede em Nova Orleans, ele expôs internacionalmente em locais de prestígio, incluindo a Bienal Internacional de Arte Têxtil e Papel (Bélgica, 2024) e a Bienal Internacional de Arte Têxtil – Fibremen 5 (Ucrânia, 2015). Ele também é presença regular em grandes feiras de arte, como Art Miami (2024), Expo New York (2024) e Art Palm Beach (2025), e participou de leilões proeminentes dedicados a causas nobres, consolidando ainda mais seu papel como um artista socialmente consciente, como ART FOR LIFE para a Design Industries Foundation Fighting AIDS em Chicago (2024) e VCPORA para Salvaguardar o Patrimônio do French Quarter em Nova Orleans (2023). Rodrigo Franzão (n. 1982) é um artista contemporâneo brasileiro conhecido por sua exploração inovadora da arte têxtil e de mídia mista. Com formação em Literatura, Artes e História da Arte, a prática de Franzao examina intrincadamente a relação entre forma, textura e cor, enfatizando a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental. Seu trabalho incorpora materiais ecológicos, como papel alemão certificado pelo FSC e tintas acrílicas, destacando seu compromisso com práticas artísticas éticas. Outras obras do artista Rodrigo Franzão – O despertar da cor I. Técnica mista sobre tela, 62×92 cm, 2024. Rodrigo Franzão – O despertar da cor II. Técnica mista sobre tela, 62×92 cm, 2024. Rodrigo Franzão – Geometria da alma. Técnica mista sobre tela, 100 cm, 2024.
Renato Meziat – Plastic with grapes. Óleo sobre tela, 90×120 cm, 2014.

Renato Meziat – Plastic with grapes. Óleo sobre tela, 90×120 cm, 2014. Código: 15103 Registre Interesse Assinada no verso. Renato Meziat exibe exemplares de seus trabalhos inéditos, hiper-realistas em seus diversos gêneros. A técnica utilizada é sempre óleo sobre tela, alterando apenas a sua escolha do tema a ser representado. Suas obras recentes mostram o seu aprimoramento do trompe l’oeil, pela meticulosidade nas composições, a utilização da cor e da luz. Ao criar novas telas, Renato Meziat busca inspiração ao observar o mundo ao seu redor utiliza a fotografia como ferramenta de trabalho. Sua obra não é uma pura e simples reprodução de uma foto há a sugestão da existência do objeto como sendo real. O momento criativo &ldquoé quando posiciono os objetos para fotografá-los seguindo uma idéia pré-existente&rdquo diz Renato. O artista, mesmo admirando seus pares que criam novos conceitos utilizando-se da novas mídias, tecnologias e suportes disponíveis, pretende apenas fazer quadros para pessoas &ldquorepousarem os olhos e acharem bonito depois de um dia cansativo de trabalho e de verem as notícias terríveis&rdquo. Sua técnica,trompe l’oeil, amplamente difundida nos Estados Unidos e na Inglaterra desde os anos de 1960, colaborou para que os trabalhos fossem imediatamente inseridos no circuito de artes desses países, colocando-o entre os artistas com obras aceitas em leilões das Casas Sotheby’s e Christie’s. Todos os fatores contribuiram para que a produção de Renato Meziat fosse direcionada para o mercado internacional. No momento atual de sua carreira, a parceria com a galeria paulista é de extrema relevância face a sua decisão de destinar parte da produção para o mercado brasileiro. Renato Meziat , por trabalhar com técnicas de hiper-realismo, pouco conhecido do publico brasileiro, crê em uma troca estimulante com o público e uma influencia positiva deste em seu trabalho. Renato Meziat, nascido no Rio de Janeiro, em 1952, foi pela primeira vez aos Estados Unidos na década de 1970 para estudar música na renomada Berklee College of Music em Boston. Quando retornou ao Brasil, por curiosidade, começou a fazer experiências com a pintura. Com o passar do tempo, descobriu que não só tinha uma aptidão natural para a pintura, como também uma paixão por ela. Em pouco tempo, mudou seu foco da música à pintura. Basicamente um autodidata, sua proficiência técnica impressiona por ser o resultado de anos de tentativa, erro e observação profunda. Treinando seu olhar, Meziat começou a observar o trabalho de outros pintores, mantendo seu foco no novo Realismo Latino-Americano da década de 1970, representado pelo chileno Claudio Bravo, o cubano-americano Julio Larraz e outros. Como resultado, entrou em contato com a grande vertente do realismo da arte espanhola que remonta aos pintores Velasquez e Bodegon (still life). No inicio, Renato Meziat dedicou-se a uma variedade de temas, focando em retratos e paisagens por um período, e também naturezas mortas estilo que o tornou conhecido. Desenvolveu duas linhas distintas de trabalhos: as pinturas que se destacam pela simplicidade das formas e a suave iluminação ao fundo, e as com objetos dispostos de modo clássico ante fundos escuros. Nas still-life de Meziat, ele vê e nos permite observar suaves toques de luminosidade. As pinturas de Renato Meziat revelam um conhecimento de técnica aliado a uma detalhada visao pictórica. O artista não está interessado na observação pura e simples desses aspectos do trabalho. Ele quer que sua obra emocione as pessoas como o faz a música, sua primeira paixão. Ele diz: “Eu não quero fazer as pessoas pensarem. Eu quero fazer telas tão bonitas que quando as olharem, as pessoas não consigam pensar em mais nada.” Trompe l’oeil, a técnicaA fotografia nada mais é do que o espelho do real. O trompe l’oeil, uma técnica de pintura que cria uma ilusão de ótica, pelo emprego de detalhes realistas, perspectiva, claro/escuro, cria no observador a ilusão de que ele esta diante de um objeto real e não uma representação. O objetivo do procedimento é alterar a percepção de quem vê a obra. O termo, ainda que de início aplicado à pintura de períodos em que predomina o naturalismo – Grécia Antiga e Renascimento italiano – se generaliza no vocabulário crítico e passa a referir-se a qualquer forma de ilusionismo acentuado empregado nas artes. A arte contemporânea coloca em questão o caráter das representações artísticas, e a própria definição de arte, por meio de inúmeras soluções e recursos. Um dos caminhos utilizados na tematização crítica da representação artística pode ser encontrado no hiper-realismo, popular nos Estados Unidos e na Inglaterra desde a década de 1960, em que a fotografia é utilizada na composição das obras, de modo que elas adquiram precisão e riqueza de detalhes. A atenção extrema à reprodução fiel da realidade produz geralmente um sentimento de irrealidade.Ainda que não pareça fácil localizar na arte brasileira nomes que se destaquem pelo uso específico do trompe l’oeil, recursos ilusionistas podem ser encontrados em diversas fases da produção artística nacional e entre as inúmeras realizações do barroco brasileiro. Outras obras do artista Renato Meziat – Plastic with grapes. Óleo sobre tela, 90×120 cm, 2014.
Regina Silveira – Série Tramada – Machadinha 2/2. Impressão em alumínio, 118×81 cm, 2015.

Regina Silveira – Série Tramada – Machadinha 2/2. Impressão em alumínio, 118×81 cm, 2015. Código: 19637 Registre Interesse Obra Assinada no verso pelo artista. Impressão em Alumínio Regina Silveira é uma artista plástica brasileira conhecida por sua produção em diversas técnicas, incluindo gravura em metal, offset e litografia. Suas obras geralmente exploram a relação entre imagem e espaço, utilizando ilusões óticas e jogos de perspectiva para criar efeitos visuais surpreendentes. Uma das principais características de suas obras é o uso de imagens repetidas e ampliadas, que muitas vezes são projetadas em paredes ou pisos, criando uma sensação de imersão e transformando o espaço em que estão instaladas. Ela também costuma trabalhar com temas que refletem sua preocupação com questões sociais, políticas e culturais. Além disso, a técnica utilizada é bastante refinada e precisa, o que permite que ela crie efeitos complexos de luz e sombra, textura e contraste. Suas obras são frequentemente descritas como elegantes, sofisticadas e cativantes, e têm sido exibidas em galerias e museus ao redor do mundo. Outras obras do artista Regina Silveira – Série Tramada – Machadinha 2/2. Impressão em alumínio, 118×81 cm, 2015.
Pablo Atchugarry – Sem título 6/8. Bronze, 76x26x22 cm

Artistas/Obras Exposições Tour Virtual A Galeria Consultoria Múltiplos MM Pablo Atchugarry – Sem título 6/8. Bronze, 76x26x22 cm Código: 19043 Registre Interesse Outras obras do artista Pablo Atchugarry – Sem título 6/8. Bronze, 76x26x22 cm Pablo Atchugarry – Sem título. Marmore de Carrara, 42x21x19 cm, 2026 Rua Peixoto Gomide, 1757, Jardim Paulista, São Paulo. Segunda a sexta: 10h–19hSábado: 10h–16h Facebook Instagram Youtube Telefone/whatsapp +55 (11) 3064-9492 +55 (11) 94105-8449 E-mail: galeria@espacoarte.com
Luis Tomasello – Atmosphere chromoplastique 1025 3/40. Madeira, 39×39 cm, 2013

Luis Tomasello – Atmosphere chromoplastique 1025 3/40. Madeira, 39×39 cm, 2013 Código: 15162 Registre Interesse Obra Assinada no verso pelo artista. Luis Tomasello foi um pintor e escultor argentino nascido em La Plata em 1915 e falecido em Paris em 2014. Ele é considerado um dos artistas mais importantes da arte óptica e cinética na América Latina. Embora tenha se destacado principalmente como um pintor e escultor que trabalhava com materiais como metal, acrílico e luz, Tomasello também criou várias obras em madeira. Ele usava a madeira para criar formas geométricas simples que exploravam a relação entre luz e sombra. Uma das obras mais conhecidas de Tomasello em madeira é a série “Atmosphères Chromoplastiques”, que consiste em painéis de madeira com formas geométricas cortadas a laser e pintadas com cores vibrantes. Essas obras foram criadas na década de 1970 e são consideradas exemplos impressionantes do uso da luz e cor na arte. Informações Adicionais do Produto Orientação: Quadrado Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Luis Tomasello – Atmosphere chromoplastique 1025 3/40. Madeira, 39×39 cm, 2013
Kenji Fukuda – Sem título. Acrílica sobre tela, 70×130 cm.

Kenji Fukuda – Sem título. Acrílica sobre tela, 70×130 cm. Código: 16008 Registre Interesse Assinado no canto inferior direito pelo artista. O artista plástico Kenji Fukuda, nasceu em Indiana (SP). Fukuda não ingressou na profissão por acaso, pois o mesmo afirma, ter herdado o dom pela genética, pois seu pai também foi um artista plástico, chamado Tamotsu Fukuda. Fukuda começou a pintar aos 12 anos por influência de seu pai. A identificação de Kenji Fukuda com a pintura abstrata, foi seguida por ele a partir dos 35 anos, veio no como o amadurecimento cronológico, mas principalmente profissional. Antes de partir para o abstrato, Fukuda passou por uma longa fase figurativa, retratando, especialmente paisagens, natureza morta e marinha. A sensibilidade nipônica está presente em todos os quadros do artista, apesar de não haver uma explicação fundamentada para isto. Fukuda conquistou o reconhecimento do público e da crítica do Brasil e do mundo. Outras obras do artista Kenji Fukuda – Sem título. Acrílica sobre tela, 70×130 cm. Kenji Fukuda – Sem título. Técnica mista sobre tela, 100×100 cm, 2016 Kenji Fukuda – Sem título. Técnica mista sobre tela, 80×100 cm, 2016 Kenji Fukuda – Composição em vermelho. Acrílica sobre tela, 160×90 cm Kenji Fukuda – Sem título. Tecnica mista sobre tela 37×87 cada Kenji Fukuda – Sem título. Técnica mista sobre tela, 150×100 cm, 2016 Carregar mais
Kenji Fukuda – Sem título. Acrílica sobre tela, 90×220 cm, 2006.

Kenji Fukuda – Sem título. Acrílica sobre tela, 90×220 cm, 2006. Código: 20320 Registre Interesse Assinado no canto inferior direito pelo artista. O artista plástico Kenji Fukuda, nasceu em Indiana (SP). Fukuda não ingressou na profissão por acaso, pois o mesmo afirma, ter herdado o dom pela genética, pois seu pai também foi um artista plástico, chamado Tamotsu Fukuda. Fukuda começou a pintar aos 12 anos por influência de seu pai. A identificação de Kenji Fukuda com a pintura abstrata, foi seguida por ele a partir dos 35 anos, veio no como o amadurecimento cronológico, mas principalmente profissional. Antes de partir para o abstrato, Fukuda passou por uma longa fase figurativa, retratando, especialmente paisagens, natureza morta e marinha. A sensibilidade nipônica está presente em todos os quadros do artista, apesar de não haver uma explicação fundamentada para isto. Fukuda conquistou o reconhecimento do público e da crítica do Brasil e do mundo. Outras obras do artista Kenji Fukuda – Sem título. Acrílica sobre tela, 70×130 cm. Kenji Fukuda – Sem título. Técnica mista sobre tela, 80×100 cm, 2016 Kenji Fukuda – Sem título. Técnica mista sobre tela, 80×80 cm Kenji Fukuda – Sem título. Tecnica mista sobre tela 37×87 cada Kenji Fukuda – Sem título. Acrílica sobre tela, 90×220 cm, 2006. Kenji Fukuda – Composição em vermelho. Acrílica sobre tela, 160×90 cm Carregar mais
Julio Le Parc – Sem título 108/150. Serigrafia, 65×65 cm

Julio Le Parc – Sem título 108/150. Serigrafia, 65×65 cm Código: 15208 Registre Interesse Obra Assinada no canto inferior direito pelo artista. Julio Le Parc é um artista argentino conhecido por suas obras abstratas e geométricas em uma variedade de mídias, incluindo gravuras. Suas gravuras são caracterizadas pela precisão e complexidade de seus padrões e formas, bem como pela sensação de movimento e dinamismo que elas transmitem. Le Parc é um dos fundadores do movimento Op Art, que se concentra em criar ilusões ópticas por meio de formas geométricas e cores. Ele é conhecido por sua habilidade em criar composições que parecem mudar e se mover conforme o espectador se move ao redor delas, criando uma sensação de ilusão de ótica. As gravuras de Le Parc apresentam uma variedade de padrões geométricos, incluindo linhas retas, curvas e formas abstratas. Ele usa uma variedade de técnicas de gravura, incluindo a serigrafia e a litografia, para criar efeitos visuais únicos em suas composições. Além disso, Le Parc frequentemente usa cores vibrantes em suas gravuras, criando contrastes marcantes e jogos de luz e sombra que ajudam a acentuar a sensação de movimento e profundidade em suas obras. No geral, as gravuras de Julio Le Parc são altamente valorizadas no mercado de arte e podem ser encontradas em coleções de importantes museus e galerias de todo o mundo. Sua habilidade em criar padrões geométricos complexos e ilusões ópticas em suas obras faz com que suas gravuras sejam altamente apreciadas pelos amantes da arte contemporânea. Técnica de Serigrafia: Serigrafia (silk-screen) é um processo de impressão (gravura planográfica) em uma superfície, no qual a tinta é vazada, pela pressão de um rodo ou espátula, através de uma tela preparada para transferir para o papel. Informações Adicionais do Produto Orientação: Quadrado Estilo: Geométrico Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Julio Le Parc – Sem título 5 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 168/200. Serigrafia, 75×75 cm Julio Le Parc – Sem título VII/XX. Pochoir, 30×25 cm Julio Le Parc – Sem título 3 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Mobile rectangle dans l´espace – 31-60 – Madeira e metal 63x30x30 cm – 1967-09 Julio Le Parc – Theme 107 a variation. Acrílica sobre papel, 80×53 cm, 1981 Carregar mais
Julio Le Parc – Sem título 5 63/92. Pochoir, 65×50 cm

Julio Le Parc – Sem título 5 63/92. Pochoir, 65×50 cm Código: 17111 Registre Interesse Obra Assinada no canto inferior direito pelo artista. Julio Le Parc é um artista argentino conhecido por suas obras abstratas e geométricas em uma variedade de mídias, incluindo gravuras. Suas gravuras são caracterizadas pela precisão e complexidade de seus padrões e formas, bem como pela sensação de movimento e dinamismo que elas transmitem. Le Parc é um dos fundadores do movimento Op Art, que se concentra em criar ilusões ópticas por meio de formas geométricas e cores. Ele é conhecido por sua habilidade em criar composições que parecem mudar e se mover conforme o espectador se move ao redor delas, criando uma sensação de ilusão de ótica. As gravuras de Le Parc apresentam uma variedade de padrões geométricos, incluindo linhas retas, curvas e formas abstratas. Ele usa uma variedade de técnicas de gravura, incluindo a serigrafia e a litografia, para criar efeitos visuais únicos em suas composições. Além disso, Le Parc frequentemente usa cores vibrantes em suas gravuras, criando contrastes marcantes e jogos de luz e sombra que ajudam a acentuar a sensação de movimento e profundidade em suas obras. No geral, as gravuras de Julio Le Parc são altamente valorizadas no mercado de arte e podem ser encontradas em coleções de importantes museus e galerias de todo o mundo. Sua habilidade em criar padrões geométricos complexos e ilusões ópticas em suas obras faz com que suas gravuras sejam altamente apreciadas pelos amantes da arte contemporânea. Técnica Pochoir: A técnica de gravura Pochoir é uma técnica manual de impressão em que as áreas a serem impressas são recortadas em um estêncil de papel ou plástico. O estêncil é então colocado em cima do papel de impressão e a tinta é aplicada cuidadosamente sobre ele usando um pincel ou um rolo. O Pochoir é conhecido por produzir impressões altamente detalhadas e coloridas com uma qualidade quase fotográfica. Ele foi muito usado em ilustrações de livros, capas de revistas e cartazes de propaganda durante o final do século XIX e início do século XX. A técnica de Pochoir é originária da França, onde foi desenvolvida pela primeira vez no final do século XIX como uma alternativa à litografia em larga escala. Ela foi muito utilizada pelos artistas do movimento Art Deco, que valorizavam a estética elegante e sofisticada produzida pelo Pochoir. O Pochoir é uma técnica que exige muito trabalho manual e precisão, pois cada cor deve ser aplicada individualmente com o estêncil correspondente. Isso significa que a produção em massa de Pochoirs é difícil e que cada impressão Pochoir é única e valiosa. Hoje em dia, a técnica de Pochoir é menos comum na produção de arte impressa, mas ainda é utilizada por alguns artistas que buscam uma estética altamente detalhada e colorida em suas obras. Informações Adicionais do Produto Orientação: Vertical Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Julio Le Parc – Sem título 108/150. Serigrafia, 65×65 cm Julio Le Parc – Sem título 4 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 5 63/92. Pochoir, 65×50 cm
