Julio Le Parc – Sem título 1 63/92. Pochoir, 65×50 cm

Julio Le Parc – Sem título 1 63/92. Pochoir, 65×50 cm Código: 17287 Registre Interesse Obra Assinada no canto inferior direito pelo artista. Julio Le Parc é um artista argentino conhecido por suas obras abstratas e geométricas em uma variedade de mídias, incluindo gravuras. Suas gravuras são caracterizadas pela precisão e complexidade de seus padrões e formas, bem como pela sensação de movimento e dinamismo que elas transmitem. Le Parc é um dos fundadores do movimento Op Art, que se concentra em criar ilusões ópticas por meio de formas geométricas e cores. Ele é conhecido por sua habilidade em criar composições que parecem mudar e se mover conforme o espectador se move ao redor delas, criando uma sensação de ilusão de ótica. As gravuras de Le Parc apresentam uma variedade de padrões geométricos, incluindo linhas retas, curvas e formas abstratas. Ele usa uma variedade de técnicas de gravura, incluindo a serigrafia e a litografia, para criar efeitos visuais únicos em suas composições. Além disso, Le Parc frequentemente usa cores vibrantes em suas gravuras, criando contrastes marcantes e jogos de luz e sombra que ajudam a acentuar a sensação de movimento e profundidade em suas obras. No geral, as gravuras de Julio Le Parc são altamente valorizadas no mercado de arte e podem ser encontradas em coleções de importantes museus e galerias de todo o mundo. Sua habilidade em criar padrões geométricos complexos e ilusões ópticas em suas obras faz com que suas gravuras sejam altamente apreciadas pelos amantes da arte contemporânea. Técnica Pochoir: A técnica de gravura Pochoir é uma técnica manual de impressão em que as áreas a serem impressas são recortadas em um estêncil de papel ou plástico. O estêncil é então colocado em cima do papel de impressão e a tinta é aplicada cuidadosamente sobre ele usando um pincel ou um rolo. O Pochoir é conhecido por produzir impressões altamente detalhadas e coloridas com uma qualidade quase fotográfica. Ele foi muito usado em ilustrações de livros, capas de revistas e cartazes de propaganda durante o final do século XIX e início do século XX. A técnica de Pochoir é originária da França, onde foi desenvolvida pela primeira vez no final do século XIX como uma alternativa à litografia em larga escala. Ela foi muito utilizada pelos artistas do movimento Art Deco, que valorizavam a estética elegante e sofisticada produzida pelo Pochoir. O Pochoir é uma técnica que exige muito trabalho manual e precisão, pois cada cor deve ser aplicada individualmente com o estêncil correspondente. Isso significa que a produção em massa de Pochoirs é difícil e que cada impressão Pochoir é única e valiosa. Hoje em dia, a técnica de Pochoir é menos comum na produção de arte impressa, mas ainda é utilizada por alguns artistas que buscam uma estética altamente detalhada e colorida em suas obras. Informações Adicionais do Produto Orientação: Vertical Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Julio Le Parc – Sem título 5 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 6 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 1 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 2 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 4 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 108/150. Serigrafia, 65×65 cm
Julio Le Parc – Sem título 3 63/92. Pochoir, 65×50 cm

Julio Le Parc – Sem título 3 63/92. Pochoir, 65×50 cm Código: 17487 Registre Interesse Obra Assinada no canto inferior direito pelo artista. Julio Le Parc é um artista argentino conhecido por suas obras abstratas e geométricas em uma variedade de mídias, incluindo gravuras. Suas gravuras são caracterizadas pela precisão e complexidade de seus padrões e formas, bem como pela sensação de movimento e dinamismo que elas transmitem. Le Parc é um dos fundadores do movimento Op Art, que se concentra em criar ilusões ópticas por meio de formas geométricas e cores. Ele é conhecido por sua habilidade em criar composições que parecem mudar e se mover conforme o espectador se move ao redor delas, criando uma sensação de ilusão de ótica. As gravuras de Le Parc apresentam uma variedade de padrões geométricos, incluindo linhas retas, curvas e formas abstratas. Ele usa uma variedade de técnicas de gravura, incluindo a serigrafia e a litografia, para criar efeitos visuais únicos em suas composições. Além disso, Le Parc frequentemente usa cores vibrantes em suas gravuras, criando contrastes marcantes e jogos de luz e sombra que ajudam a acentuar a sensação de movimento e profundidade em suas obras. No geral, as gravuras de Julio Le Parc são altamente valorizadas no mercado de arte e podem ser encontradas em coleções de importantes museus e galerias de todo o mundo. Sua habilidade em criar padrões geométricos complexos e ilusões ópticas em suas obras faz com que suas gravuras sejam altamente apreciadas pelos amantes da arte contemporânea. Técnica Pochoir: A técnica de gravura Pochoir é uma técnica manual de impressão em que as áreas a serem impressas são recortadas em um estêncil de papel ou plástico. O estêncil é então colocado em cima do papel de impressão e a tinta é aplicada cuidadosamente sobre ele usando um pincel ou um rolo. O Pochoir é conhecido por produzir impressões altamente detalhadas e coloridas com uma qualidade quase fotográfica. Ele foi muito usado em ilustrações de livros, capas de revistas e cartazes de propaganda durante o final do século XIX e início do século XX. A técnica de Pochoir é originária da França, onde foi desenvolvida pela primeira vez no final do século XIX como uma alternativa à litografia em larga escala. Ela foi muito utilizada pelos artistas do movimento Art Deco, que valorizavam a estética elegante e sofisticada produzida pelo Pochoir. O Pochoir é uma técnica que exige muito trabalho manual e precisão, pois cada cor deve ser aplicada individualmente com o estêncil correspondente. Isso significa que a produção em massa de Pochoirs é difícil e que cada impressão Pochoir é única e valiosa. Hoje em dia, a técnica de Pochoir é menos comum na produção de arte impressa, mas ainda é utilizada por alguns artistas que buscam uma estética altamente detalhada e colorida em suas obras. Informações Adicionais do Produto Orientação: Vertical Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Julio Le Parc – Sem título 3 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 4 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 2 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 168/200. Serigrafia, 75×75 cm Julio Le Parc – Sem título 1 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 108/150. Serigrafia, 65×65 cm Carregar mais
Julio Le Parc – Sem título VII/XX. Pochoir, 30×25 cm

Julio Le Parc – Sem título VII/XX. Pochoir, 30×25 cm Código: 19880 Registre Interesse Obra Assinada no canto inferior direito pelo artista. Julio Le Parc é um artista argentino conhecido por suas obras abstratas e geométricas em uma variedade de mídias, incluindo gravuras. Suas gravuras são caracterizadas pela precisão e complexidade de seus padrões e formas, bem como pela sensação de movimento e dinamismo que elas transmitem. Le Parc é um dos fundadores do movimento Op Art, que se concentra em criar ilusões ópticas por meio de formas geométricas e cores. Ele é conhecido por sua habilidade em criar composições que parecem mudar e se mover conforme o espectador se move ao redor delas, criando uma sensação de ilusão de ótica. As gravuras de Le Parc apresentam uma variedade de padrões geométricos, incluindo linhas retas, curvas e formas abstratas. Ele usa uma variedade de técnicas de gravura, incluindo a serigrafia e a litografia, para criar efeitos visuais únicos em suas composições. Além disso, Le Parc frequentemente usa cores vibrantes em suas gravuras, criando contrastes marcantes e jogos de luz e sombra que ajudam a acentuar a sensação de movimento e profundidade em suas obras. No geral, as gravuras de Julio Le Parc são altamente valorizadas no mercado de arte e podem ser encontradas em coleções de importantes museus e galerias de todo o mundo. Sua habilidade em criar padrões geométricos complexos e ilusões ópticas em suas obras faz com que suas gravuras sejam altamente apreciadas pelos amantes da arte contemporânea. Técnica Pochoir: A técnica de gravura Pochoir é uma técnica manual de impressão em que as áreas a serem impressas são recortadas em um estêncil de papel ou plástico. O estêncil é então colocado em cima do papel de impressão e a tinta é aplicada cuidadosamente sobre ele usando um pincel ou um rolo. O Pochoir é conhecido por produzir impressões altamente detalhadas e coloridas com uma qualidade quase fotográfica. Ele foi muito usado em ilustrações de livros, capas de revistas e cartazes de propaganda durante o final do século XIX e início do século XX. A técnica de Pochoir é originária da França, onde foi desenvolvida pela primeira vez no final do século XIX como uma alternativa à litografia em larga escala. Ela foi muito utilizada pelos artistas do movimento Art Deco, que valorizavam a estética elegante e sofisticada produzida pelo Pochoir. O Pochoir é uma técnica que exige muito trabalho manual e precisão, pois cada cor deve ser aplicada individualmente com o estêncil correspondente. Isso significa que a produção em massa de Pochoirs é difícil e que cada impressão Pochoir é única e valiosa. Hoje em dia, a técnica de Pochoir é menos comum na produção de arte impressa, mas ainda é utilizada por alguns artistas que buscam uma estética altamente detalhada e colorida em suas obras. Informações Adicionais do Produto Orientação: Vertical Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Julio Le Parc – Sem título 6 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 168/200. Serigrafia, 75×75 cm Julio Le Parc – Sem título 5 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 2 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título 1 63/92. Pochoir, 65×50 cm Julio Le Parc – Sem título VII/XX. Pochoir, 30×25 cm Carregar mais
Jesús Rafael Soto – Left. Serigrafia, 30×30 cm, 1980

Jesús Rafael Soto – Left. Serigrafia, 30×30 cm, 1980 Código: 13687 Registre Interesse Obra Assinada no verso pelo artista. Jesús Rafael Soto foi um artista venezuelano que se destacou no movimento de arte cinética e op art. Sua obra é marcada pela experimentação com formas, cores e movimento, e seu objetivo era criar obras que estimulassem a percepção visual do espectador. Ele trabalhou com diferentes técnicas e suportes ao longo de sua carreira, incluindo a gravura. Suas gravuras são marcadas por sua habilidade em criar ilusões de ótica e movimento, assim como em suas esculturas e pinturas. Uma das técnicas que Soto utilizava frequentemente em suas gravuras era a serigrafia, que lhe permitia criar obras coloridas e vibrantes, com linhas paralelas e curvas. Nessas obras, as linhas e curvas são dispostas de forma a criar um efeito de vibração e movimento, fazendo com que a gravura pareça estar em constante transformação. Soto também utilizou outras técnicas de gravura, como a litografia e a gravura em metal, que lhe permitiram criar obras em preto e branco ou com cores mais sutis e tonais. Nessas obras, ele explorou temas como a geometria, a repetição de padrões e a criação de ilusões visuais. As gravuras de Soto são altamente valorizadas no mercado de arte e podem ser encontradas em coleções de importantes museus e galerias de todo o mundo. Sua habilidade em criar obras que desafiam a percepção visual do espectador é um dos elementos mais marcantes de sua obra, e torna suas gravuras e outros trabalhos altamente interessantes para o público em geral e colecionadores de arte. Uma das obras mais famosas de Soto é a “Penetrable”, uma instalação em que o espectador pode entrar e se movimentar entre fios ou cordas suspensos. A ideia por trás da obra era a de que o espectador participasse da criação da obra, e pudesse experimentar as sensações visuais e táteis criadas pelos fios em movimento. Outra obra importante de Soto é a série de pinturas em que ele utilizava linhas paralelas para criar ilusões de ótica e movimento. As linhas eram dispostas de forma a criar um efeito de vibração e tridimensionalidade, fazendo com que a obra parecesse estar em constante movimento. A obra de Jesús Rafael Soto é reconhecida mundialmente e pode ser encontrada em importantes museus e galerias de arte. Ele é considerado um dos principais representantes da arte cinética e da op art, e sua obra continua a influenciar artistas e movimentos artísticos até hoje. Técnica de Serigrafia: Serigrafia (silk-screen) é um processo de impressão (gravura planográfica) em uma superfície, no qual a tinta é vazada, pela pressão de um rodo ou espátula, através de uma tela preparada para transferir para o papel. Informações Adicionais do Produto Orientação: Quadrado Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Jesús Rafael Soto – Escritura negra y vibracion 76/110. Serigrafia, 60×80 cm, 1976 Jesús Rafael Soto – Left. Serigrafia, 30×30 cm, 1980 Jesús Rafael Soto – Escritures et carrés 59/100. Serigrafia, 91×71 cm Jesus Rafael Soto – Homenaje a lo Humano 19/175. Madeira e metal, 50x66x13 cm, 1975 Jesus Rafael Soto – Tiratura 5-45. Madeira e pintura, 65x17x17 cm, 1966, A.V
Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Viernes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013

Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Viernes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Código: 19881 Registre Interesse Assinado no verso pelo artista. Série Semana Carlos Cruz-Diez foi um artista venezuelano de origem argentina que nasceu em Caracas em 1923 e faleceu em Paris em 2019. Ele é considerado um dos mais importantes representantes da arte cinética e op art. Sua obra, é caracterizada pelo uso de cores e formas geométricas para criar ilusões óticas de movimento e mudança visual. Ele desenvolveu uma série de técnicas e materiais para explorar a interação entre a cor e o espaço, incluindo a pintura, a escultura, a instalação e o design gráfico. Entre as suas obras mais famosas estão as “Fisicromias”, que são painéis divididos em seções de diferentes cores que mudam de acordo com a posição do espectador, e as “Cromointerferências”, que são instalações que criam efeitos visuais de movimento e luz através do uso de fitas coloridas. Cruz-Diez recebeu vários prêmios e honrarias ao longo da sua carreira, incluindo a Ordem Nacional do Mérito da França, a Medalha de Ouro da Bienal de São Paulo e o Prêmio Nacional de Artes Plásticas da Venezuela. Suas obras estão presentes em importantes coleções e museus em todo o mundo, incluindo o Museu de Arte Moderna de Nova York e o Centro Pompidou em Paris. Técnica de Litografia: A técnica de litografia é feita a partir de desenhos feitos com lápis gordurosos em uma matriz de pedra de calcário. A impressão consiste no princípio da repulsão da água e óleo. Após a matriz ser entintada, passa por uma prensa para fixar a imagem no papel. Quando terminadas as impressões, a pedra pode ser reaproveitada após tratamento de limpeza para um próximo trabalho. Informações Adicionais do Produto Orientação: Quadrado Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Miércoles 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Physichromie 7/8. Módulos serigrafados e inserções de PVC em moldura de alumínio Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Martes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Physichromie 2782 5/8. Técnica mista, 50×50 cm, 2019 Carlos Cruz-Diez – Sem título 27/50. Serigrafia, 55×75 cm, 1990. Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Viernes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013
Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Miércoles 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013

Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Miércoles 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Código: 19882 Registre Interesse Assinado no verso pelo artista. Série Semana Carlos Cruz-Diez foi um artista venezuelano de origem argentina que nasceu em Caracas em 1923 e faleceu em Paris em 2019. Ele é considerado um dos mais importantes representantes da arte cinética e op art. Sua obra, é caracterizada pelo uso de cores e formas geométricas para criar ilusões óticas de movimento e mudança visual. Ele desenvolveu uma série de técnicas e materiais para explorar a interação entre a cor e o espaço, incluindo a pintura, a escultura, a instalação e o design gráfico. Entre as suas obras mais famosas estão as “Fisicromias”, que são painéis divididos em seções de diferentes cores que mudam de acordo com a posição do espectador, e as “Cromointerferências”, que são instalações que criam efeitos visuais de movimento e luz através do uso de fitas coloridas. Cruz-Diez recebeu vários prêmios e honrarias ao longo da sua carreira, incluindo a Ordem Nacional do Mérito da França, a Medalha de Ouro da Bienal de São Paulo e o Prêmio Nacional de Artes Plásticas da Venezuela. Suas obras estão presentes em importantes coleções e museus em todo o mundo, incluindo o Museu de Arte Moderna de Nova York e o Centro Pompidou em Paris. Técnica de Litografia: A técnica de litografia é feita a partir de desenhos feitos com lápis gordurosos em uma matriz de pedra de calcário. A impressão consiste no princípio da repulsão da água e óleo. Após a matriz ser entintada, passa por uma prensa para fixar a imagem no papel. Quando terminadas as impressões, a pedra pode ser reaproveitada após tratamento de limpeza para um próximo trabalho. Informações Adicionais do Produto Orientação: Quadrado Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Carlos Cruz-Diez – Sem título 27/50. Serigrafia, 55×75 cm, 1990. Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Martes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Miércoles 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Physichromie 2782 5/8. Técnica mista, 50×50 cm, 2019 Carlos Cruz-Diez – Physichromie 7/8. Módulos serigrafados e inserções de PVC em moldura de alumínio Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Viernes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013
Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Martes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013

Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Martes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013. Código: 20013 Registre Interesse Assinado no verso pelo artista. Série Semana Carlos Cruz-Diez foi um artista venezuelano de origem argentina que nasceu em Caracas em 1923 e faleceu em Paris em 2019. Ele é considerado um dos mais importantes representantes da arte cinética e op art. Sua obra, é caracterizada pelo uso de cores e formas geométricas para criar ilusões óticas de movimento e mudança visual. Ele desenvolveu uma série de técnicas e materiais para explorar a interação entre a cor e o espaço, incluindo a pintura, a escultura, a instalação e o design gráfico. Entre as suas obras mais famosas estão as “Fisicromias”, que são painéis divididos em seções de diferentes cores que mudam de acordo com a posição do espectador, e as “Cromointerferências”, que são instalações que criam efeitos visuais de movimento e luz através do uso de fitas coloridas. Cruz-Diez recebeu vários prêmios e honrarias ao longo da sua carreira, incluindo a Ordem Nacional do Mérito da França, a Medalha de Ouro da Bienal de São Paulo e o Prêmio Nacional de Artes Plásticas da Venezuela. Suas obras estão presentes em importantes coleções e museus em todo o mundo, incluindo o Museu de Arte Moderna de Nova York e o Centro Pompidou em Paris. Técnica de Litografia: A técnica de litografia é feita a partir de desenhos feitos com lápis gordurosos em uma matriz de pedra de calcário. A impressão consiste no princípio da repulsão da água e óleo. Após a matriz ser entintada, passa por uma prensa para fixar a imagem no papel. Quando terminadas as impressões, a pedra pode ser reaproveitada após tratamento de limpeza para um próximo trabalho. Informações Adicionais do Produto Orientação: Quadrado Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Martes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Physichromie 7/8. Módulos serigrafados e inserções de PVC em moldura de alumínio Carlos Cruz-Diez – Sem título 27/50. Serigrafia, 55×75 cm, 1990. Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Viernes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Physichromie 2782 5/8. Técnica mista, 50×50 cm, 2019 Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Miércoles 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013
Carlos Cruz-Diez – Sem título 27/50. Serigrafia, 55×75 cm, 1990.

Carlos Cruz-Diez – Sem título 27/50. Serigrafia, 55×75 cm, 1990. Código: 20014 Registre Interesse Assinado no verso pelo artista. Série Semana Carlos Cruz-Diez foi um artista venezuelano de origem argentina que nasceu em Caracas em 1923 e faleceu em Paris em 2019. Ele é considerado um dos mais importantes representantes da arte cinética e op art. Sua obra, é caracterizada pelo uso de cores e formas geométricas para criar ilusões óticas de movimento e mudança visual. Ele desenvolveu uma série de técnicas e materiais para explorar a interação entre a cor e o espaço, incluindo a pintura, a escultura, a instalação e o design gráfico. Entre as suas obras mais famosas estão as “Fisicromias”, que são painéis divididos em seções de diferentes cores que mudam de acordo com a posição do espectador, e as “Cromointerferências”, que são instalações que criam efeitos visuais de movimento e luz através do uso de fitas coloridas. Cruz-Diez recebeu vários prêmios e honrarias ao longo da sua carreira, incluindo a Ordem Nacional do Mérito da França, a Medalha de Ouro da Bienal de São Paulo e o Prêmio Nacional de Artes Plásticas da Venezuela. Suas obras estão presentes em importantes coleções e museus em todo o mundo, incluindo o Museu de Arte Moderna de Nova York e o Centro Pompidou em Paris. Serigrafia (silk-screen) é um processo de impressão (gravura planográfica) em uma superfície, no qual a tinta é vazada, pela pressão de um rodo ou espátula, através de uma tela preparada para transferir para o papel. Informações Adicionais do Produto Orientação: Horizontal Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Carlos Cruz-Diez – Physichromie 7/8. Módulos serigrafados e inserções de PVC em moldura de alumínio Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Miércoles 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Viernes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Physichromie 2782 5/8. Técnica mista, 50×50 cm, 2019 Carlos Cruz-Diez – Série Semana – Martes 15/75. Litografia, 60×60 cm, 2013 Carlos Cruz-Diez – Sem título 27/50. Serigrafia, 55×75 cm, 1990.
