Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 23×32 cm

Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 23×32 cm Código: 11289 Registre Interesse Outras obras do artista Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 47×33 cm Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 32×24 cm, 1976 Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 23×32 cm Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 24×32 cm, 1978 Jorge Guinle. Sem título. Óleo sobre tela, 150×99 cm

Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 24×32 cm, 1978

Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 24×32 cm, 1978 Código: 11272 Registre Interesse Outras obras do artista Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 47×33 cm Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 24×32 cm, 1978 Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 32×24 cm, 1976 Jorge Guinle. Sem título. Óleo sobre tela, 150×99 cm

Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 32×24 cm, 1976

Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 32×24 cm, 1976 Código: 11270 Registre Interesse Outras obras do artista Jorge Guinle. Sem título. Óleo sobre tela, 150×99 cm Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 32×24 cm, 1976 Jorge Guinle – Sem título. Técnica mista sobre papel, 47×33 cm

Eduardo Sued – Sem título. Técnica mista sobre papel, 41×32 cm, 1998

Eduardo Sued – Sem título. Técnica mista sobre papel, 41×32 cm, 1998 Código: 12014 Registre Interesse Outras obras do artista Eduardo Sued – Sem título. Acrílica sobre tela, 110×140 cm, 2012 Eduardo Sued – Sem título. Acrílica sobre tela, 170×100 cm, 2013 Eduardo Sued – Sem título. Acrílica sobre tela, 63×70 cm, 2014 Eduardo Sued – Composição. Técnica mista sobre tela, 61×46 cm, 1996 Eduardo Sued – Sem título. Acrílica sobre tela, 110×170 cm, 2013 Eduardo Sued – Recorte. Técnica mista sobre cartão, 21×28 cm, 2009 Carregar mais

Antonio Dias – Sem título 2/20. Stêncil sobre papel Nepal, 143×60 cm

Antonio Dias – Sem título 2/20. Stêncil sobre papel Nepal, 143×60 cm Código: 18600 Registre Interesse Assinada no canto inferior direito a lápis pelo artista. Antonio Dias foi um artista vanguardista, defensor da liberdade de criação e uso de novas linguagens no período de ruptura que o cenário artístico nacional viveu nas décadas de 1960 e 1970. Assim, explorou a força poética em múltiplas mídias, e construiu um consistente trabalho de caráter conceitual. Na década de 1970 viajou para o Nepal, para ter acesso a produção de um papel artesanal que lhe chamou muita atenção. A busca não foi tão simples quanto esperava e a viajem que durou cinco meses lhe trouxe uma transformação íntima, refletida em sua arte. O papel foi tão valorizado em sua produção que passou de suporte para protagonista da obra. Outras obras do artista Antonio Dias – Galáxias 52/93. Objeto, 44×79 cm, 1973/2014 Antonio Dias – Sem título 2/20. Stêncil sobre papel Nepal, 143×60 cm

Amilcar de Castro – Sem título. Nanquim sobre papel, 78×105 cm

Sem título. Nanquim sobre papel, 78×105 cm Código: 12006 Registre Interesse Sobre o artista Nasceu em 8 de junho de 1920, na cidade de Paraisópolis (MG) e faleceu em 21 de novembro de 2002, em Belo Horizonte (MG). Formado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, estudou, na década de 40, pintura e desenho com Guignard, e escultura figurativa com Franz Weissmann. No início dos anos 50, aderindo à escultura abstrata, teve obra aceita na II Bienal de São Paulo, em 1953. Foi um dos signatários do Manifesto Neoconcreto em 1959. Entre 1968 e 1971, viajou para Nova York e New Jersey, conjugando o Prêmio de Viagem ao Exterior, obtido no Salão Nacional de Arte Moderna do ano anterior, e bolsa de estudos da Fundação Guggenheim. De volta ao Brasil, fixou residência em Belo Horizonte exercendo atividades artísticas e educacionais, onde ensinou expressão bidimensional e tridimensional. Integrou as principais mostras de arte concreta e neoconcreta, além de ter participado das Bienais de São Paulo (1953, 1961, 1965, 1979 – sala especial -, 1987 e 1989) e a dos Panoramas da Arte Brasileira do MAM-SP onde foi por duas vezes premiado, nas categorias desenho e escultura. É um dos nomes mais importantes da escultura construtiva brasileira, ao lado de Weissmann e Sergio Camargo. Outras obras do artista Amilcar de Castro – IRR-20. Aço corten, 18x38x4 cm Amilcar de Castro – Corte e dobra. Aço corten, 50 cm diâmetro x 0,5 polegadas, década de 1990 Amilcar de Castro – IRR-19. Aço corten, 15x44x0,3 cm Carregar mais

Alfredo Volpi – Casinha de Sapê. Óleo sobre tela sobre madeira, 19×26 cm

Casinha de Sapê. Óleo sobre tela sobre madeira, 19×26 cm Código: 13332 Registre Interesse Sobre o artista Nasceu em 14 de abril de 1896, em Lucca, na Itália e faleceu em 28 de maio de 1988, em São Paulo (SP). Autodidata, Alfredo Volpi começou a pintar em 1911, executando murais decorativos. Em seguida, trabalhou com óleo sobre madeira, consagrando-se como mestre utilizador de têmpera sobre tela. Grande colorista explorou através das formas, composições magníficas, de grande impacto visual. Em conjunto com Arcângelo Ianelli e Aldir Mendes de Sousa formou uma tríade de exímios coloristas. Trabalhou também como pintor decorador em residências da sociedade paulista da época, executando trabalho de decoração artística em paredes e murais. Realizou a primeira exposição individual aos 41 anos de idade, expondo no Salão de Maio e na 1ª. Exposição da Família Artística Paulista, no ano de 1937. Na década de 1950 evoluiu para o abstracionismo geométrico, de quem é exemplo, a série de bandeiras e mastros de festas juninas. Recebeu em 1953 o prêmio de melhor pintor nacional na segunda Bienal de São Paulo. Participou da primeira Exposição de Arte Concreta do Grupo Santa Helena. Na década de 80, convidado pela diretoria do Clube Atlético Mineiro para conhecer a equipe, desenhou um Galo, mascote do clube, em homenagem à torcida. Em gratidão este desenho tornou-se símbolo oficial e foi batizado pelo clube de “Galo Volpi”. Volpi somente pintava com a luz do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía esticar o linho para as telas. Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol, o artista nunca mais usou tintas industriais – “elas criam mofo e perdem vida com o passar do tempo”, dizia. Outras obras do artista Alfredo Volpi – Casinha de Sapê. Óleo sobre tela sobre madeira, 19×26 cm Alfredo Volpi – Paisagem do Cambuci. Óleo sobre cartão sobre placa, 10×16 cm, década de 1930 Alfredo Volpi – Parque de diversões (Estudo para execução de painel). Polverino sobre papel, 62×78 cm, década de 1940 Alfredo Volpi – Paisagem de Mogi. Óleo sobre madeira, 21×32 cm

Alfredo Volpi – Paisagem de Mogi. Óleo sobre madeira, 21×32 cm

Paisagem de Mogi. Óleo sobre madeira, 21×32 cm Código: 13333 Registre Interesse Sobre o artista Nasceu em 14 de abril de 1896, em Lucca, na Itália e faleceu em 28 de maio de 1988, em São Paulo (SP). Autodidata, Alfredo Volpi começou a pintar em 1911, executando murais decorativos. Em seguida, trabalhou com óleo sobre madeira, consagrando-se como mestre utilizador de têmpera sobre tela. Grande colorista explorou através das formas, composições magníficas, de grande impacto visual. Em conjunto com Arcângelo Ianelli e Aldir Mendes de Sousa formou uma tríade de exímios coloristas. Trabalhou também como pintor decorador em residências da sociedade paulista da época, executando trabalho de decoração artística em paredes e murais. Realizou a primeira exposição individual aos 41 anos de idade, expondo no Salão de Maio e na 1ª. Exposição da Família Artística Paulista, no ano de 1937. Na década de 1950 evoluiu para o abstracionismo geométrico, de quem é exemplo, a série de bandeiras e mastros de festas juninas. Recebeu em 1953 o prêmio de melhor pintor nacional na segunda Bienal de São Paulo. Participou da primeira Exposição de Arte Concreta do Grupo Santa Helena. Na década de 80, convidado pela diretoria do Clube Atlético Mineiro para conhecer a equipe, desenhou um Galo, mascote do clube, em homenagem à torcida. Em gratidão este desenho tornou-se símbolo oficial e foi batizado pelo clube de “Galo Volpi”. Volpi somente pintava com a luz do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía esticar o linho para as telas. Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol, o artista nunca mais usou tintas industriais – “elas criam mofo e perdem vida com o passar do tempo”, dizia. Outras obras do artista Alfredo Volpi – Paisagem de Mogi. Óleo sobre madeira, 21×32 cm Alfredo Volpi – Parque de diversões (Estudo para execução de painel). Polverino sobre papel, 62×78 cm, década de 1940 Alfredo Volpi – Casinha de Sapê. Óleo sobre tela sobre madeira, 19×26 cm Alfredo Volpi – Paisagem do Cambuci. Óleo sobre cartão sobre placa, 10×16 cm, década de 1930

Alfredo Volpi – Paisagem do Cambuci. Óleo sobre cartão sobre placa, 10×16 cm, década de 1930

Paisagem do Cambuci. Óleo sobre cartão sobre placa, 10×16 cm, década de 1930 Código: 12558 Registre Interesse Sobre o artista Nasceu em 14 de abril de 1896, em Lucca, na Itália e faleceu em 28 de maio de 1988, em São Paulo (SP). Autodidata, Alfredo Volpi começou a pintar em 1911, executando murais decorativos. Em seguida, trabalhou com óleo sobre madeira, consagrando-se como mestre utilizador de têmpera sobre tela. Grande colorista explorou através das formas, composições magníficas, de grande impacto visual. Em conjunto com Arcângelo Ianelli e Aldir Mendes de Sousa formou uma tríade de exímios coloristas. Trabalhou também como pintor decorador em residências da sociedade paulista da época, executando trabalho de decoração artística em paredes e murais. Realizou a primeira exposição individual aos 41 anos de idade, expondo no Salão de Maio e na 1ª. Exposição da Família Artística Paulista, no ano de 1937. Na década de 1950 evoluiu para o abstracionismo geométrico, de quem é exemplo, a série de bandeiras e mastros de festas juninas. Recebeu em 1953 o prêmio de melhor pintor nacional na segunda Bienal de São Paulo. Participou da primeira Exposição de Arte Concreta do Grupo Santa Helena. Na década de 80, convidado pela diretoria do Clube Atlético Mineiro para conhecer a equipe, desenhou um Galo, mascote do clube, em homenagem à torcida. Em gratidão este desenho tornou-se símbolo oficial e foi batizado pelo clube de “Galo Volpi”. Volpi somente pintava com a luz do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía esticar o linho para as telas. Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol, o artista nunca mais usou tintas industriais – “elas criam mofo e perdem vida com o passar do tempo”, dizia. Outras obras do artista Alfredo Volpi – Paisagem do Cambuci. Óleo sobre cartão sobre placa, 10×16 cm, década de 1930 Alfredo Volpi – Parque de diversões (Estudo para execução de painel). Polverino sobre papel, 62×78 cm, década de 1940 Alfredo Volpi – Casinha de Sapê. Óleo sobre tela sobre madeira, 19×26 cm Alfredo Volpi – Paisagem de Mogi. Óleo sobre madeira, 21×32 cm