Mario Gruber – Série Fantasiado 4/7. Bronze patinado, 45x26x13 cm

Mario Gruber – Série Fantasiado 4/7. Bronze patinado, 45x26x13 cm Código: 20000 Registre Interesse Obra assinada na base pelo artista. As obras são comercializadas no estado de conservação em que se encontram. Orientamos que entre em contato pelo WhatsApp ou visite a Galeria para mais informações. Mário Gruber (1927-2011) foi um importante artista plástico brasileiro, nascido em São Paulo, que teve uma produção intensa e variada ao longo de sua carreira.  É conhecido por suas obras abstratas, em que explora formas geométricas, cores vibrantes e contrastes. Em muitas de suas pinturas, o artista criava uma ilusão de profundidade, fazendo com que o observador tivesse a sensação de estar diante de um espaço tridimensional. Além das obras abstratas, Gruber também retratou a figura humana em suas pinturas e desenhos, com uma linguagem mais figurativa. Nesses trabalhos, ele utilizava técnicas como a aquarela e o lápis de cor para criar retratos, nus e cenas cotidianas. “Fantasiado” de Mário Gruber é uma obra que expressa intensas emoções e sentimentos por meio da distorção da figura humana e do uso de linhas e formas abstratas. Essa obra é representativa do estilo expressionista de Gruber, que busca transmitir a sua visão subjetiva do mundo através de uma estética carregada de emoção e intensidade.  Informações Adicionais do Produto Orientação: Vertical Estilo: Figurativo   Outras obras do artista Mario Gruber – Vendedor de Ilusões PA1. Bronze patinado, 40x18x17 cm, 2005 Mario Gruber – Fantasiado 2/7. Bronze patinado, 53x35x18 cm- Copy Mario Gruber – Bloco da galinha 2/7. Bronze patinado, 40x26x12 cm, 2006 Mario Gruber – Serie Fantasiados 2/7. Bronze patinado, 54x34x19 cm Mario Gruber – Fantasiado Com Penacho 3/7. Bronze patinado, 44x25x22 cm, 2006 Mario Gruber – Fantasiado 3/7. Bronze Patinado, 53x17x12 cm Carregar mais

Marcos Marin – Beethoven 5/25. Madeira, 58x36x12 cm

Marcos Marin – Beethoven 5/25. Madeira, 58x36x12 cm Código: 9835 Registre Interesse Obra Assinada na lateral inferior direito pelo artista. Informações Adicionais do Produto Orientação: Vertical Estilo: Figurativo Outras obras do artista Marcos Marin – Beethoven 5/25. Madeira, 58x36x12 cm

Marcos Marin – Torso maschile 1/8. Acrílico e pintura, 42×56 cm

Marcos Marin – Torso maschile 1/8. Acrílico e pintura, 42×56 cm Código: 17669 Registre Interesse Obra Assinada no canto inferior pelo artista. Marcos Marin é um artista plástico brasileiro, nascido em São Paulo em 1967, que se destacou no cenário internacional da arte contemporânea com sua técnica de pintura e serigrafia sobre alumínio. A obra de Marcos Marin é caracterizada pela representação de figuras estilizadas, em poses elegantes e sensuais, que evocam a moda e o universo das celebridades. Seus retratos são conhecidos pela forte presença de cores vivas e saturadas, que conferem uma sensação de glamour e sofisticação às suas obras. Além disso, é conhecido por sua técnica de pintura sobre alumínio, que cria um efeito reflexivo nas obras, fazendo com que elas mudem de acordo com o ângulo de visão do espectador. Essa técnica confere um aspecto tridimensional às suas pinturas e serigrafias, tornando suas figuras ainda mais atraentes e hipnotizantes.   Informações Adicionais do Produto Orientação: Horizontal Estilo: Optical art e Cinético Outras obras do artista Marcos Marin – Torso maschile 1/8. Acrílico e pintura, 42×56 cm Marcos Marin – Beethoven 5/25. Madeira, 58x36x12 cm

Marcelo Grassmann – Sem título. Pastel sobre papel, 50×70 cm, 1983

Marcelo Grassmann – Sem título. Pastel sobre papel, 50×70 cm, 1983 Código: 19894 Registre Interesse Assinada no canto inferior direito. Outras obras do artista Marcelo Grassmann – Sem título. Pastel sobre papel, 50×70 cm, 1983 Marcelo Grassmann – Filhote de dragão. Pastel sobre papel, 50×70 cm, 1985

Lucas Pennacchi – Peixe em meditação. Óleo sobre tela, 70×100 cm, 2021.

Lucas Pennacchi – Peixe em meditação. Óleo sobre tela, 70×100 cm, 2021. Código: 20458 Registre Interesse Assinado canto inferior direito. Um dos principais méritos do artista plástico Lucas Pennacchi é a inquietação. Seja com tinta acrílica, areia, nanquim ou outros materiais, ele consegue transformar a sua experimentação técnica em resultados dos mais diversos, que vão desde o desenho e a aquarela a trabalhos com tinta a óleo, com várias diluições. Sua estrutura visual provém, em parte, da infância passada junto aos murais pintados na sua casa pelo pai, o artista Fulvio Pennacchi, e ao convívio com ele, principalmente a partir de 1985, quando decidiu dedicar-se à arte profissionalmente. No início, com paisagens singelas, obtinha os melhores resultados, quando deixava a imaginação o levar livremente a partir de referenciais concretos. Mostrava assim que seu ofício era o de criar, estabelecendo um padrão singular, lírico e quase ingênuo, no sentido de deixar fluir a intuição, amparando-a pela conquista do domínio técnico. Em 1993, as séries de pássaros e peixes ganharam espaço e mostravam um trabalho em que a cor ganhava um progressivo espaço. Esses animais se tornaram autênticos personagens de uma saga repleta de alegria visual, embora alguns deles pareçam, às vezes, introspectivos e mesmo tristes. Nascido sob o signo de Peixes e amante da pescaria, Lucas mergulhou no mundo desses seres com facilidade. E discorre sobre eles com desenvoltura, construindo diferentes composições, nas quais muitas vezes predominam certos padrões geométricos e repetições que surgem como recursos plásticos para explorar o espaço. Os pássaros, por sua vez, têm personalidade própria. Cada um constitui um paradigma de emoções e sentimentos, que vão dos mais positivos e alegres aos mais reservados. Bicos longos, pequenos adereços e o diálogo entre as cores são essenciais nesse processo de construção, em que o lúdico desempenha um papel primordial. Humor, lirismo e poesia se mesclam num processo criativo que envolve observação do real e imaginação. O resultado é um estilo próprio em progressiva mutação rumo a uma limpeza plástica. O uso maior dos espaços vazios, do suporte e experiências com preto e branco são provas de que Lucas Pennacchi não quer estagnar, mesclando as cores de seus pássaros e peixes e a delicadeza de suas paisagens.” Oscar D’Ambrosio, jornalista e mestre em Artes Visuais pelo Instituto deArtes da UNESP, integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA-Seção Brasil). Outras obras do artista Lucas Pennacchi – Beijo natureza. Óleo sobre tela, 100×70 cm, 2022. Lucas Pennacchi – Peixe em meditação. Óleo sobre tela, 70×100 cm, 2021. Lucas Pennacchi – Bicos carnavalescos. Óleo sobre tela, 40×70 cm, 2023 Lucas Pennacchi – Luz. Óleo sobre tela, 80×80 cm, 2021.

Lucas Pennacchi – Luz. Óleo sobre tela, 80×80 cm, 2021.

Lucas Pennacchi – Luz. Óleo sobre tela, 80×80 cm, 2021. Código: 20459 Registre Interesse Assinado canto inferior direito. Um dos principais méritos do artista plástico Lucas Pennacchi é a inquietação. Seja com tinta acrílica, areia, nanquim ou outros materiais, ele consegue transformar a sua experimentação técnica em resultados dos mais diversos, que vão desde o desenho e a aquarela a trabalhos com tinta a óleo, com várias diluições. Sua estrutura visual provém, em parte, da infância passada junto aos murais pintados na sua casa pelo pai, o artista Fulvio Pennacchi, e ao convívio com ele, principalmente a partir de 1985, quando decidiu dedicar-se à arte profissionalmente. No início, com paisagens singelas, obtinha os melhores resultados, quando deixava a imaginação o levar livremente a partir de referenciais concretos. Mostrava assim que seu ofício era o de criar, estabelecendo um padrão singular, lírico e quase ingênuo, no sentido de deixar fluir a intuição, amparando-a pela conquista do domínio técnico. Em 1993, as séries de pássaros e peixes ganharam espaço e mostravam um trabalho em que a cor ganhava um progressivo espaço. Esses animais se tornaram autênticos personagens de uma saga repleta de alegria visual, embora alguns deles pareçam, às vezes, introspectivos e mesmo tristes. Nascido sob o signo de Peixes e amante da pescaria, Lucas mergulhou no mundo desses seres com facilidade. E discorre sobre eles com desenvoltura, construindo diferentes composições, nas quais muitas vezes predominam certos padrões geométricos e repetições que surgem como recursos plásticos para explorar o espaço. Os pássaros, por sua vez, têm personalidade própria. Cada um constitui um paradigma de emoções e sentimentos, que vão dos mais positivos e alegres aos mais reservados. Bicos longos, pequenos adereços e o diálogo entre as cores são essenciais nesse processo de construção, em que o lúdico desempenha um papel primordial. Humor, lirismo e poesia se mesclam num processo criativo que envolve observação do real e imaginação. O resultado é um estilo próprio em progressiva mutação rumo a uma limpeza plástica. O uso maior dos espaços vazios, do suporte e experiências com preto e branco são provas de que Lucas Pennacchi não quer estagnar, mesclando as cores de seus pássaros e peixes e a delicadeza de suas paisagens.” Oscar D’Ambrosio, jornalista e mestre em Artes Visuais pelo Instituto deArtes da UNESP, integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA-Seção Brasil). Outras obras do artista Lucas Pennacchi – Luz. Óleo sobre tela, 80×80 cm, 2021. Lucas Pennacchi – Beijo natureza. Óleo sobre tela, 100×70 cm, 2022.

Lucas Pennacchi – Beijo natureza. Óleo sobre tela, 100×70 cm, 2022.

Lucas Pennacchi – Beijo natureza. Óleo sobre tela, 100×70 cm, 2022. Código: 20461 Registre Interesse Assinado canto inferior direito. Um dos principais méritos do artista plástico Lucas Pennacchi é a inquietação. Seja com tinta acrílica, areia, nanquim ou outros materiais, ele consegue transformar a sua experimentação técnica em resultados dos mais diversos, que vão desde o desenho e a aquarela a trabalhos com tinta a óleo, com várias diluições. Sua estrutura visual provém, em parte, da infância passada junto aos murais pintados na sua casa pelo pai, o artista Fulvio Pennacchi, e ao convívio com ele, principalmente a partir de 1985, quando decidiu dedicar-se à arte profissionalmente. No início, com paisagens singelas, obtinha os melhores resultados, quando deixava a imaginação o levar livremente a partir de referenciais concretos. Mostrava assim que seu ofício era o de criar, estabelecendo um padrão singular, lírico e quase ingênuo, no sentido de deixar fluir a intuição, amparando-a pela conquista do domínio técnico. Em 1993, as séries de pássaros e peixes ganharam espaço e mostravam um trabalho em que a cor ganhava um progressivo espaço. Esses animais se tornaram autênticos personagens de uma saga repleta de alegria visual, embora alguns deles pareçam, às vezes, introspectivos e mesmo tristes. Nascido sob o signo de Peixes e amante da pescaria, Lucas mergulhou no mundo desses seres com facilidade. E discorre sobre eles com desenvoltura, construindo diferentes composições, nas quais muitas vezes predominam certos padrões geométricos e repetições que surgem como recursos plásticos para explorar o espaço. Os pássaros, por sua vez, têm personalidade própria. Cada um constitui um paradigma de emoções e sentimentos, que vão dos mais positivos e alegres aos mais reservados. Bicos longos, pequenos adereços e o diálogo entre as cores são essenciais nesse processo de construção, em que o lúdico desempenha um papel primordial. Humor, lirismo e poesia se mesclam num processo criativo que envolve observação do real e imaginação. O resultado é um estilo próprio em progressiva mutação rumo a uma limpeza plástica. O uso maior dos espaços vazios, do suporte e experiências com preto e branco são provas de que Lucas Pennacchi não quer estagnar, mesclando as cores de seus pássaros e peixes e a delicadeza de suas paisagens.” Oscar D’Ambrosio, jornalista e mestre em Artes Visuais pelo Instituto deArtes da UNESP, integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA-Seção Brasil). Outras obras do artista Nenhum post encontrado!

José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024.

José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024. Código: 20615 Registre Interesse Assinado no canto inferior direito. Pintura em placa de EVA com glitter. Autodidata, integra o movimento performático-literário Kaos, em 1956, com Jorge Mautner (1941) e José Agripino de Paula. Em 1963, expõe pinturas na 7ª Bienal Internacional de São Paulo. Considerado um dos pioneiros da nova figuração no Brasil, participa da mostra Opinião 65, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ, em 1965. Nessa época, passa a pintar com spray e pistola de ar comprimido. Vive em Londres, entre 1969 e 1972, e em Nova York, entre 1974 e 1975, época em que inicia suas experimentações com vídeo. Volta a morar em São Paulo em 1976. No ano seguinte, participa da 14ª Bienal Internacional de São Paulo com a instalação Circo Antropofágico Ambulante Cósmico e Latino-Americano Apresenta Esta Noite: A Transformação Permanente do Tabu em Totem, em que expõe 12 monitores de TV no palco do Teatro Ruth Escobar. Em 1981, cria o grupo musical Banda Performática e lança o livro A Divina Comédia Brasileira. Torna-se discípulo do líder espiritual indiano Rajneesh, em 1983, e começa a assinar suas telas como Aguilar Vigyan. Em 1989, realiza a performance Tomada da Bastilha, com a participação de 300 artistas, assistida por cerca de 10 mil pessoas em São Paulo. Nos anos 1990, faz pinturas em telas gigantes e esculturas em vidro e cerâmica. De 1995 a 2002, é diretor do espaço cultural Casa das Rosas, em São Paulo. Em 2003, Aguilar é nomeado representante do Ministério da Cultura na capital paulista. Outras obras do artista José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024. José Roberto Aguilar – Série Anjos – Metraton. Acrílica sobre tela, 100×100, 2022.

José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024.

José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024. Código: 20617 Registre Interesse Assinado no canto inferior direito. Pintura em placa de EVA com glitter. Autodidata, integra o movimento performático-literário Kaos, em 1956, com Jorge Mautner (1941) e José Agripino de Paula. Em 1963, expõe pinturas na 7ª Bienal Internacional de São Paulo. Considerado um dos pioneiros da nova figuração no Brasil, participa da mostra Opinião 65, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ, em 1965. Nessa época, passa a pintar com spray e pistola de ar comprimido. Vive em Londres, entre 1969 e 1972, e em Nova York, entre 1974 e 1975, época em que inicia suas experimentações com vídeo. Volta a morar em São Paulo em 1976. No ano seguinte, participa da 14ª Bienal Internacional de São Paulo com a instalação Circo Antropofágico Ambulante Cósmico e Latino-Americano Apresenta Esta Noite: A Transformação Permanente do Tabu em Totem, em que expõe 12 monitores de TV no palco do Teatro Ruth Escobar. Em 1981, cria o grupo musical Banda Performática e lança o livro A Divina Comédia Brasileira. Torna-se discípulo do líder espiritual indiano Rajneesh, em 1983, e começa a assinar suas telas como Aguilar Vigyan. Em 1989, realiza a performance Tomada da Bastilha, com a participação de 300 artistas, assistida por cerca de 10 mil pessoas em São Paulo. Nos anos 1990, faz pinturas em telas gigantes e esculturas em vidro e cerâmica. De 1995 a 2002, é diretor do espaço cultural Casa das Rosas, em São Paulo. Em 2003, Aguilar é nomeado representante do Ministério da Cultura na capital paulista. Outras obras do artista José Roberto Aguilar – Série Anjos – Metraton. Acrílica sobre tela, 100×100, 2022. José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024. José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024.

Inos Corradin – Casario no campo. Óleo sobre placa, 40×50 cm.

Inos Corradin – Casario no campo. Óleo sobre placa, 40×50 cm. Código: 20132 Registre Interesse Assinado canto inferior direito. Informações Adicionais do Produto Orientação: Horizontal Outras obras do artista Inos Corradin – O lago ao por do sol. Óleo sobre tela, 80×100 cm, 1985 Inos Corradin – Casario no campo. Óleo sobre placa, 40×50 cm. Inos Corradin – Jarros ao luar. Óleo sobre tela, 100×59 cm, década de 1970