Marcelo Grassmann – Sem título. Pastel sobre papel, 50×70 cm, 1983

Marcelo Grassmann – Sem título. Pastel sobre papel, 50×70 cm, 1983 Código: 19894 Registre Interesse Assinada no canto inferior direito. Outras obras do artista Marcelo Grassmann – Sem título. Pastel sobre papel, 50×70 cm, 1983 Marcelo Grassmann – Filhote de dragão. Pastel sobre papel, 50×70 cm, 1985
Lucas Pennacchi – Peixe em meditação. Óleo sobre tela, 70×100 cm, 2021.

Lucas Pennacchi – Peixe em meditação. Óleo sobre tela, 70×100 cm, 2021. Código: 20458 Registre Interesse Assinado canto inferior direito. Um dos principais méritos do artista plástico Lucas Pennacchi é a inquietação. Seja com tinta acrílica, areia, nanquim ou outros materiais, ele consegue transformar a sua experimentação técnica em resultados dos mais diversos, que vão desde o desenho e a aquarela a trabalhos com tinta a óleo, com várias diluições. Sua estrutura visual provém, em parte, da infância passada junto aos murais pintados na sua casa pelo pai, o artista Fulvio Pennacchi, e ao convívio com ele, principalmente a partir de 1985, quando decidiu dedicar-se à arte profissionalmente. No início, com paisagens singelas, obtinha os melhores resultados, quando deixava a imaginação o levar livremente a partir de referenciais concretos. Mostrava assim que seu ofício era o de criar, estabelecendo um padrão singular, lírico e quase ingênuo, no sentido de deixar fluir a intuição, amparando-a pela conquista do domínio técnico. Em 1993, as séries de pássaros e peixes ganharam espaço e mostravam um trabalho em que a cor ganhava um progressivo espaço. Esses animais se tornaram autênticos personagens de uma saga repleta de alegria visual, embora alguns deles pareçam, às vezes, introspectivos e mesmo tristes. Nascido sob o signo de Peixes e amante da pescaria, Lucas mergulhou no mundo desses seres com facilidade. E discorre sobre eles com desenvoltura, construindo diferentes composições, nas quais muitas vezes predominam certos padrões geométricos e repetições que surgem como recursos plásticos para explorar o espaço. Os pássaros, por sua vez, têm personalidade própria. Cada um constitui um paradigma de emoções e sentimentos, que vão dos mais positivos e alegres aos mais reservados. Bicos longos, pequenos adereços e o diálogo entre as cores são essenciais nesse processo de construção, em que o lúdico desempenha um papel primordial. Humor, lirismo e poesia se mesclam num processo criativo que envolve observação do real e imaginação. O resultado é um estilo próprio em progressiva mutação rumo a uma limpeza plástica. O uso maior dos espaços vazios, do suporte e experiências com preto e branco são provas de que Lucas Pennacchi não quer estagnar, mesclando as cores de seus pássaros e peixes e a delicadeza de suas paisagens.” Oscar D’Ambrosio, jornalista e mestre em Artes Visuais pelo Instituto deArtes da UNESP, integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA-Seção Brasil). Outras obras do artista Lucas Pennacchi – Beijo natureza. Óleo sobre tela, 100×70 cm, 2022. Lucas Pennacchi – Peixe em meditação. Óleo sobre tela, 70×100 cm, 2021. Lucas Pennacchi – Bicos carnavalescos. Óleo sobre tela, 40×70 cm, 2023 Lucas Pennacchi – Luz. Óleo sobre tela, 80×80 cm, 2021.
Lucas Pennacchi – Luz. Óleo sobre tela, 80×80 cm, 2021.

Lucas Pennacchi – Luz. Óleo sobre tela, 80×80 cm, 2021. Código: 20459 Registre Interesse Assinado canto inferior direito. Um dos principais méritos do artista plástico Lucas Pennacchi é a inquietação. Seja com tinta acrílica, areia, nanquim ou outros materiais, ele consegue transformar a sua experimentação técnica em resultados dos mais diversos, que vão desde o desenho e a aquarela a trabalhos com tinta a óleo, com várias diluições. Sua estrutura visual provém, em parte, da infância passada junto aos murais pintados na sua casa pelo pai, o artista Fulvio Pennacchi, e ao convívio com ele, principalmente a partir de 1985, quando decidiu dedicar-se à arte profissionalmente. No início, com paisagens singelas, obtinha os melhores resultados, quando deixava a imaginação o levar livremente a partir de referenciais concretos. Mostrava assim que seu ofício era o de criar, estabelecendo um padrão singular, lírico e quase ingênuo, no sentido de deixar fluir a intuição, amparando-a pela conquista do domínio técnico. Em 1993, as séries de pássaros e peixes ganharam espaço e mostravam um trabalho em que a cor ganhava um progressivo espaço. Esses animais se tornaram autênticos personagens de uma saga repleta de alegria visual, embora alguns deles pareçam, às vezes, introspectivos e mesmo tristes. Nascido sob o signo de Peixes e amante da pescaria, Lucas mergulhou no mundo desses seres com facilidade. E discorre sobre eles com desenvoltura, construindo diferentes composições, nas quais muitas vezes predominam certos padrões geométricos e repetições que surgem como recursos plásticos para explorar o espaço. Os pássaros, por sua vez, têm personalidade própria. Cada um constitui um paradigma de emoções e sentimentos, que vão dos mais positivos e alegres aos mais reservados. Bicos longos, pequenos adereços e o diálogo entre as cores são essenciais nesse processo de construção, em que o lúdico desempenha um papel primordial. Humor, lirismo e poesia se mesclam num processo criativo que envolve observação do real e imaginação. O resultado é um estilo próprio em progressiva mutação rumo a uma limpeza plástica. O uso maior dos espaços vazios, do suporte e experiências com preto e branco são provas de que Lucas Pennacchi não quer estagnar, mesclando as cores de seus pássaros e peixes e a delicadeza de suas paisagens.” Oscar D’Ambrosio, jornalista e mestre em Artes Visuais pelo Instituto deArtes da UNESP, integra a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA-Seção Brasil). Outras obras do artista Lucas Pennacchi – Luz. Óleo sobre tela, 80×80 cm, 2021. Lucas Pennacchi – Beijo natureza. Óleo sobre tela, 100×70 cm, 2022.
Kazuo Wakabayashi – Sem titulo. Óleo sobre placa, 24×27 cm, 1964

Kazuo Wakabayashi – Sem titulo. Óleo sobre placa, 24×27 cm, 1964 Código: 18942 Registre Interesse Outras obras do artista Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre placa, 16×21 cm 2 – Kazuo Wakabayashi – Sem título. Técnica mista sobre placa, 16×21 cm Kazuo Wakabayashi – Sem titulo. Óleo sobre placa, 24×27 cm, 1964
José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024.

José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024. Código: 20615 Registre Interesse Assinado no canto inferior direito. Pintura em placa de EVA com glitter. Autodidata, integra o movimento performático-literário Kaos, em 1956, com Jorge Mautner (1941) e José Agripino de Paula. Em 1963, expõe pinturas na 7ª Bienal Internacional de São Paulo. Considerado um dos pioneiros da nova figuração no Brasil, participa da mostra Opinião 65, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ, em 1965. Nessa época, passa a pintar com spray e pistola de ar comprimido. Vive em Londres, entre 1969 e 1972, e em Nova York, entre 1974 e 1975, época em que inicia suas experimentações com vídeo. Volta a morar em São Paulo em 1976. No ano seguinte, participa da 14ª Bienal Internacional de São Paulo com a instalação Circo Antropofágico Ambulante Cósmico e Latino-Americano Apresenta Esta Noite: A Transformação Permanente do Tabu em Totem, em que expõe 12 monitores de TV no palco do Teatro Ruth Escobar. Em 1981, cria o grupo musical Banda Performática e lança o livro A Divina Comédia Brasileira. Torna-se discípulo do líder espiritual indiano Rajneesh, em 1983, e começa a assinar suas telas como Aguilar Vigyan. Em 1989, realiza a performance Tomada da Bastilha, com a participação de 300 artistas, assistida por cerca de 10 mil pessoas em São Paulo. Nos anos 1990, faz pinturas em telas gigantes e esculturas em vidro e cerâmica. De 1995 a 2002, é diretor do espaço cultural Casa das Rosas, em São Paulo. Em 2003, Aguilar é nomeado representante do Ministério da Cultura na capital paulista. Outras obras do artista José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024. José Roberto Aguilar – Série Anjos – Metraton. Acrílica sobre tela, 100×100, 2022.
José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024.

José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024. Código: 20617 Registre Interesse Assinado no canto inferior direito. Pintura em placa de EVA com glitter. Autodidata, integra o movimento performático-literário Kaos, em 1956, com Jorge Mautner (1941) e José Agripino de Paula. Em 1963, expõe pinturas na 7ª Bienal Internacional de São Paulo. Considerado um dos pioneiros da nova figuração no Brasil, participa da mostra Opinião 65, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ, em 1965. Nessa época, passa a pintar com spray e pistola de ar comprimido. Vive em Londres, entre 1969 e 1972, e em Nova York, entre 1974 e 1975, época em que inicia suas experimentações com vídeo. Volta a morar em São Paulo em 1976. No ano seguinte, participa da 14ª Bienal Internacional de São Paulo com a instalação Circo Antropofágico Ambulante Cósmico e Latino-Americano Apresenta Esta Noite: A Transformação Permanente do Tabu em Totem, em que expõe 12 monitores de TV no palco do Teatro Ruth Escobar. Em 1981, cria o grupo musical Banda Performática e lança o livro A Divina Comédia Brasileira. Torna-se discípulo do líder espiritual indiano Rajneesh, em 1983, e começa a assinar suas telas como Aguilar Vigyan. Em 1989, realiza a performance Tomada da Bastilha, com a participação de 300 artistas, assistida por cerca de 10 mil pessoas em São Paulo. Nos anos 1990, faz pinturas em telas gigantes e esculturas em vidro e cerâmica. De 1995 a 2002, é diretor do espaço cultural Casa das Rosas, em São Paulo. Em 2003, Aguilar é nomeado representante do Ministério da Cultura na capital paulista. Outras obras do artista José Roberto Aguilar – Série Anjos – Metraton. Acrílica sobre tela, 100×100, 2022. José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024. José Roberto Aguilar – Sem título. Acrílica sobre EVA, 60×40, 2024.
Inos Corradin – Garrafa, bule e garfo. Óleo sobre tela, 72×50 cm

Inos Corradin – Garrafa, bule e garfo. Óleo sobre tela, 72×50 cm Código: 12133 Registre Interesse Solicite mais informações sobre o estado de conservação dessa obra. As obras estão disponíveis para serem vistas na Galeria. Consulte custos e prazos de frete com nossa equipe. Outras obras do artista Inos Corradin – Bola (verde, amarelo, branco e vermelho). Resina e pintura, 13x8x7 cm. Inos Corradin – Malabarista verde. Resina e pintura, 34x22x12. Inos Corradin – Jarros ao luar. Óleo sobre tela, 100×59 cm, década de 1970 Inos Corradin – Casario no campo. Óleo sobre placa, 40×50 cm. Inos Corradin – Equilibrista azul. Resina e pintura, 44x18x22 Inos Corradin – O lago ao por do sol. Óleo sobre tela, 80×100 cm, 1985 Carregar mais
Inos Corradin – Bule e lampião. Óleo sobre tela, 54×38 cm, década de 1970

Inos Corradin – Bule e lampião. Óleo sobre tela, 54×38 cm, década de 1970 Código: 13354 Registre Interesse Outras obras do artista Inos Corradin – Bola (verde, amarelo, branco e vermelho). Resina e pintura, 13x8x7 cm. Inos Corradin – Malabarista verde. Resina e pintura, 34x22x12. Inos Corradin – Casario no campo. Óleo sobre placa, 40×50 cm. Inos Corradin – Garrafa, bule e garfo. Óleo sobre tela, 72×50 cm Inos Corradin – Bule e lampião. Óleo sobre tela, 54×38 cm, década de 1970 Inos Corradin – O lago ao por do sol. Óleo sobre tela, 80×100 cm, 1985 Carregar mais
